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terça-feira, 25 de julho de 2017
OBA na mídia
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sexta-feira, 21 de julho de 2017
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segunda-feira, 10 de julho de 2017
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
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quarta-feira, 28 de junho de 2017
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
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sexta-feira, 16 de junho de 2017
Olimpíada Brasileira de Astronomia na mídia
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Brasil faz história em Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica
| Da esquerda para a direita: Renner Lucena, Ana Schuch, Gustavo Guedes, Leonardo Martins e Vítor Gomes (Foto: Carlos Pinho) |
O Brasil brilhou intensamente na VII Olimpíada Latino-Americana de
Astronomia e Astronáutica (VII OLAA), realizada entre os dias 27 de setembro e
04 de outubro, nas cidades do Rio de Janeiro e de Barra do Piraí (RJ). Nossa
delegação de estudantes ficou em 1º lugar no quadro geral de medalhas, com quatro de ouro e uma de prata. Foi o melhor resultado, até hoje, entre todas as
edições do evento.
O ouro ficou com os
estudantes Gustavo Guedes Faria (São José dos Campos, SP), Vítor Gomes Pires
(São Paulo, SP), Renner Leite Lucena (Fortaleza, CE) e Ana Paula Lopes Schuch
(Porto Alegre, RS). Já o jovem Leonardo Henrique Martins Florentino (São Paulo,
SP) levou a prata. À frente do grupo brasileiro, estavam os professores Júlio
César Klafke (Universidade Paulista, UNIP) e Thiago Paulin Caraviello (Colégio
Etapa).
Mas as conquistas não pararam por aí. Gustavo Guedes teve a maior nota geral entre todos os participantes e,
empatado com Vítor Gomes, faturou a premiação especial de melhor prova por
equipes. Já Ana Paula fez a melhor prova individual.
Essa foi a terceira vez em que o Brasil sediou o evento. Com o
resultado, chegamos, no total das sete olimpíadas, à marca de 20 medalhas de
ouro, 13 de prata e duas de bronze. A OLAA reuniu 38 alunos do ensino médio de
oito países da América Latina: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia,
México, Paraguai e Uruguai. Todos se classificaram por meio das olimpíadas
nacionais de astronomia e astronáutica de seus respectivos países.
A OLAA
A abertura da VII OLAA e a prova de planetário foram realizadas no
Planetário da Gávea, na cidade Rio de Janeiro. De lá, as delegações seguiram
para o Hotel Fazenda Ribeirão, na cidade de Barra do Piraí, onde ocorreram as
demais atividades. O programa contou com visitas ao Observatório do Pico dos
Dias (Brazópolis, MG) e ao Pão de Açúcar.
| Delegações reunidas no Planetário da Gávea |
As provas
da olimpíada foram divididas em teoria, prática e reconhecimento do céu. A
prova teórica foi realizada em duas etapas, individual e em grupo, mesclando as
delegações. Os estudantes ainda participaram de uma competição de lançamento de
foguetes em grupos multinacionais. Houve ainda avaliações individuais que
exigiram o reconhecimento do céu real e o manuseio de telescópio.
| Dr. João Batista Canalle em visita ao Observatório Nacional |
Segundo o
Dr. João Batista Garcia Canalle, presidente da OLAA e coordenador da Olimpíada
Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a olimpíada científica promoveu
o intercâmbio de conhecimentos entre os alunos e o de experiências didáticas
entre os professores que lideraram os grupos. "Por meio de iniciativas
como a OLAA, desejamos unir as nações, fomentar e popularizar a astronomia e a
astronáutica entre os países participantes e despertar o interesse nos jovens
pela astronomia e pelas ciências aeroespaciais”, destaca.
- O
objetivo principal não é a competição entre países. A OLAA é uma grande
oportunidade de integração internacional entre as nações que estiveram aqui
reunidas – reforça.
A
olimpíada latino-americana é a única modalidade internacional a realizar provas
em que alunos de diferentes países são avaliados também em grupos
multinacionais. Além disso, é a única olimpíada que obriga que os grupos
sejam de ambos os gêneros. “Queremos dar oportunidades a meninos e meninas de
participarem”.
| Lançamento oficial de foguetes |
- Ao
promover as provas em grupos multinacionais, o objetivo é mostrar aos
participantes que a ciência se faz em grupos e entre pessoas de diferentes
países. Esta é a filosofia das provas, tanto a teórica quanto a de foguetes –
ressalta o astrônomo.
A
expectativa para 2016 é de que o número de países participantes aumente. O Peru
é um dos postulantes, tendo enviado, nesta edição, o professor Rafael Reyes
para conhecer o evento. A VIII OLAA já tem o seu país-sede definido: a
Argentina.
Preparação
Para
os líderes da delegação brasileira, o resultado expressivo tem uma explicação:
a preparação dos jovens. Os alunos olímpicos participaram de uma série de
treinamentos. Eles estudaram com especialistas no Observatório Abrahão de
Moraes, do Instituto de Astronomia, Geofísica e
Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP). Depois,
conheceram e aprenderam mais sobre a disciplina no Laboratório Nacional de
Astrofísica (LNA), em Brazópolis (MG). As aulas tinham como objetivo intensificar
a preparação dos alunos.
Como
participar
Para
participar de uma das equipes internacionais, o candidato precisa inicialmente
de uma excelente pontuação na prova nacional da Olimpíada Brasileira de
Astronomia e Astronáutica (OBA). Em seguida, é preciso fazer as seletivas
online. E, caso seja classificado, o estudante realiza uma prova final
presencial.
Depois
de todo esse processo, os selecionados para compor as equipes realizam
treinamentos intensivos, em que aprendem a operar telescópios, a construir
foguetes e bases de lançamento e aprimoram seus conhecimentos sobre astronomia.
Organização
A
comissão realizadora da OLAA 2015 foi composta pelas seguintes instituições:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA - www.oba.org.br);
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ - www.uerj.br);
Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST - www.mast.br); Observatório Nacional (ON/MCTI - www.on.br);
Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro (www.planetariodorio.com.br); Universidade Paulista (UNIP - www3.unip.br);
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE - www.inpe.br);
Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE- www.iae.cta.br);
Agência Espacial Brasileira (AEB - www.aeb.gov.br).
Fundada
na cidade de Montevidéu, no Uruguai, a partir de uma proposta do Brasil, a OLAA
acontece desde 2009 e é coordenada por astrônomos de vários países. Já a OBA é
coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica
Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Hotsite
da OLAA:
O resultado histórico conquistado pelos estudantes brasileiros ganhou destaque em diversos veículos. Confira alguns deles:
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terça-feira, 12 de maio de 2015
A OBA vem aí!
Olimpíada Brasileira
de Astronomia e Astronáutica chega à sua 18ª edição fomentando o conhecimento e
batendo recorde
A
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica chega à 18ª edição. A prova
de 2015 acontece no dia 15 de maio e é voltada para todos os estudantes dos
ensinos fundamental e médio. Nesse ano, foram cadastradas 16.575 escolas, número recorde para a organização. Espera-se um
total de um milhão de participantes.
Segundo
o coordenador da OBA, o professor e astrônomo Dr. João Canalle, a olimpíada tem
como missão debater e compartilhar práticas pedagógicas voltadas a essas
disciplinas, além de divulgar o valor dessa ciência em âmbito regional.
-
Queremos levar a maior quantidade de informações
sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos
jovens - reforça.
A olimpíada é dividida em quatro níveis - os três primeiros são
para alunos do ensino fundamental e o quarto, para os do médio - e a prova é
composta por dez perguntas: sete de Astronomia e três de Astronáutica. A
maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas serão distribuídas
conforme a pontuação obtida.
Os melhores classificados representarão o país nas olimpíadas
Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e
Astronáutica de 2016. E os participantes dessa edição vão ainda concorrer a
vagas nas Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP) e em
Natal (RN). Nelas, os alunos recebem material didático e assistem a palestras
de especialistas.
- Temos como proposta promover a disseminação dos conhecimentos
básicos de forma lúdica e cooperativa entre professores e alunos, além de
mantê-los atualizados - ressalta.
Até hoje, a OBA já conta com mais de 6 milhões de participantes.
Em 2014, a olimpíada teve a participação de 772.257 estudantes e distribuiu, aproximadamente, 43 mil medalhas, um
aumento de 26% em relação à edição anterior. Foram 10.412 de ouro, 14.451 de
prata e 17.693 de bronze.
Organização
A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da
Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB).
A coordenação da olimpíada ainda organiza, desde 2009, os Encontros Regionais
de Ensino de Astronomia (EREAs).
São promovidos de 10 a 12 encontros por ano. O programa é
realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Quem
deseja organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a
secretaria (oba.secretaria@gmail.com).
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quinta-feira, 16 de abril de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
Clique na imagem e escute a entrevista do coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica no programa CBN Ciência.
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quinta-feira, 12 de março de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
Quando o ensino se transforma em diversão
Para difundir as ciências espaciais, Space Camp prova que é possível aprender brincando
Ensinar
conceitos, como os de astronomia, física e robótica, de forma lúdica e
descontraída. Essa é a proposta do Space Camp 2015 (Acampamento Espacial, em
inglês), que acontece até o dia 15 de março, em Foz do Iguaçu (PR). O evento vai reunir estudantes
e professores do ensino médio que participaram da última edição da Olimpíada
Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).
O
programa será realizado pela ACRUX Aerospace Technologies
em parceria com a OBA. O evento contará
com palestras e oficinas temáticas com especialistas sobre satélites, foguetes,
robótica e astronomia, além da visita guiada à hidrelétrica binacional de
Itaipu.
O
Space Camp ainda vai promover uma competição científica em equipe entre os
jovens. Num dos torneios, eles terão de construir protótipos de veículos para
uma expedição numa base que irá simular a superfície irregular da Lua. Além
disso, haverá disputas de lançamento de foguetes e de talentos artísticos
tipicamente Geeks.
Com
apoio da Fundação Parque Tecnológico de Itaipu (PTI) e do Polo Astronômico
Casimiro Montenegro Filho, as atividades serão realizadas nas instalações do
PTI e do Polo. No local haverá também o lançamento de foguetes a propelente
sólido, imageamento com drones, uma simulação da construção de uma base
espacial por meio de jipes robóticos programados pelos alunos, além de uma
grande Space Party para confraternização.
Segundo
Oswaldo Loureda, idealizador do projeto, o programa visa incentivar a
cooperação e o trabalho em equipe. “Queremos motivar nos participantes o
interesse pelo campo da ciência e tecnologia, ensinando sempre de maneira
lúdica e divertida”.
Para
o astrônomo João Batista Garcia Canalle, coordenador da OBA, é preciso promover
mais eventos com o intuito de estreitar os laços entre os estudantes e a
ciência. “Somente criando oportunidades para disseminar o conhecimento
científico é que poderemos despertar o interesse nos jovens, além de
aproximá-los dos pesquisadores dessas áreas”, ressalta.
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terça-feira, 3 de março de 2015
Mostra Brasileira de Foguetes abre inscrições
Foguetes em prol da ciência
OBA difunde conhecimento científico entre os jovens
O futuro de um país depende muito de como seus jovens são incentivados na idade escolar. Sempre na vanguarda da difusão do conhecimento científico nessa faixa etária, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) abre inscrições para a IX Mostra Brasileira de Foguetes. O evento avalia a capacidade dos estudantes de construir e lançar, o mais longe possível, foguetes feitos de garrafa pet, de tubo de papel ou de canudo de refrigerante.
Modelo de foguete feito de garrafa pet
Foto: Tiberius Drumond
Voltada para alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e particulares de todas as regiões do país, a iniciativa acontece dentro da própria escola e possui quatro níveis. Não há obrigatoriedade em relação ao número (mínimo ou máximo) de alunos por grupo.
As inscrições - para as instituições que ainda não participaram - vão até o dia 31 de março. Para participar, deve-se cadastrar primeiramente na OBA pelo site (http://www.oba.org.br). Os estudantes do ensino médio que conseguirem os melhores lançamentos serão convidados para jornadas científicas.
Em 2013, a MOBFOG contou com quase 53 mil alunos. Para essa edição, são esperados 60 mil. E no ano passado, 500 jovens participaram da quarta Jornada de Foguetes, que aconteceu na cidade de Barra do Piraí, interior do Rio de Janeiro.
Os foguetes devem ser elaborados e lançados individualmente ou em equipe. Após o dia 16 de maio (data da prova da OBA), a escola deverá informar os nomes dos participantes e os alcances obtidos por seus foguetes. No final, todos, incluindo professores e diretores, recebem um certificado e os estudantes que alcançarem os melhores resultados receberão medalhas.
Os alunos do nível 1 (do primeiro ao terceiro anos do ensino fundamental) lançam foguetes construídos com canudinhos de refrigerantes. Os do nível 2 (do 4º ao 5º anos do EF) elaboram foguetes com tubinhos de papel. Já os alunos do nível 3 (do 6º ao 9º anos) constroem foguetes com garrafas PET, mas usam somente ar comprimido para lançá-los.
Os alunos do ensino médio também fazem foguetes de garrafa PET, mas com um elemento mais complexo, o combustível líquido. Durante o trabalho, os participantes aprendem, na prática, a famosa Lei da Física da Ação e Reação, de Isaac Newton. Para tanto, será usado um combustível feito a partir da mistura de vinagre com bicarbonato de sódio (fermento em pó). Além de desenvolverem os foguetes, os estudantes terão que construir a base de lançamento.
No site da OBA, no tópico “Downloads”, encontram-se todos os detalhes para a construção dos projetos, além dos vídeos explicativos.
Os resultados serão obtidos através das distâncias medidas ao longo da horizontal entre a base de lançamento e o local de chegada dos foguetes. Os resultados deverão ser enviados junto com a prova da OBA. Os alunos do ensino médio que obtiverem mais de 100 metros no alcance devem enviar uma descrição sobre a construção do foguete e da base, incluindo fotos e filmes, se possível.
Os estudantes do ensino médio que se destacarem na MOBFOG serão convidados para a Jornada de Foguetes, que, esse ano, terá a participação especial de estudantes colombianos medalhistas.
Lançamento de foguetes de garrafa pet durante a jornada
Foto: Tiberius Drumond
Além de palestras com especialistas, nesse evento, os participantes vão apresentar e lançar seus foguetes diante de uma comissão julgadora. Os vencedores receberão material didático e um troféu. Ainda serão distribuídas bolsas de Iniciação Científica Júnior com duração de um ano.
Alunos recebem miniatura do Veículo Lançador de Satélites
(VLS) em premiação na Jornada de Foguetes
Foto: Tiberius Drumond
A MOBFOG conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Ministério da Educação (MEC) e da Coordenadoria de Pessoal do Ensino Superior (CAPES).
Mais informações:
XI Mostra Brasileira de Foguetes
Contato: coord.obfog@gmail.com
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
Sobre o Encontro Regional de Ensino de Astronomia (EREA)
O programa itinerante
tem como objetivo levar informações atualizadas e ensino de qualidade em
astronomia e em astronáutica para professores de todas as regiões do país. O
evento conta com palestras, minicursos e atividades lúdicas, como, por exemplo,
oficinas para ensinar a elaborar foguetes de garrafa pet e como mostrar de
maneira simples a comparação dos volumes dos planetas em relação ao Sol.
Para o professor e
astrônomo Dr. João Batista Garcia Canalle, coordenador da Olimpíada Brasileira
de Astronomia e Astronáutica (OBA), o projeto tem como missão debater e
compartilhar práticas pedagógicas voltadas ao ensino da Astronomia e divulgar o
valor dessa ciência em âmbito regional. “Queremos ainda realizar uma integração
entre educadores, pesquisadores, estudantes e astrônomos”, destaca.
OBA 2015
As inscrições para a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica
(OBA) vão estar abertas até o dia 15 de março. A prova vai acontecer no dia 15
de maio e é voltada para todos os estudantes dos ensinos fundamental e médio.
Escolas públicas ou particulares que ainda não participam já podem se cadastrar
pelo site (http://www.oba.org.br)
ou por meio das fichas enviadas a todas as instituições de ensino.
A olimpíada tem como objetivo é levar a maior quantidade de informações
sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos
jovens.
É dividida em quatro níveis - os três primeiros são para alunos do
ensino fundamental e o quarto, para os do médio - e a prova é composta por dez
perguntas: sete de Astronomia e três de Astronáutica. A maioria das questões é
de raciocínio lógico. As medalhas serão distribuídas conforme a pontuação
obtida.
Os melhores classificados representarão o país nas olimpíadas
Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e
Astronáutica de 2016. E os participantes dessa edição vão ainda concorrer a
vagas nas Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP) e em
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