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quarta-feira, 18 de outubro de 2017
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quinta-feira, 21 de setembro de 2017
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segunda-feira, 28 de agosto de 2017
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
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quarta-feira, 28 de junho de 2017
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quarta-feira, 30 de março de 2016
OBA - Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
Jornada
de Foguetes aproxima jovens das ciências espaciais
Você sabia que
um foguete feito com garrafa pet pode voar até 300 metros de distância? Caso
duvide, a VII Jornada de Foguetes, organizada pela IX Mostra Brasileira de Foguetes
(MOBFOG), mostra que é possível. Além de estimular o aprendizado dos jovens, ao
colocarem a teoria em prática, o evento, que realizado na cidade de Barra do
Piraí, no Rio de Janeiro, entre os dias 26 de outubro e 1º de novembro, ainda
contou com a presença de Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro.
Foram
inscritos 103 equipes, num total de 410 participantes, entre estudantes e
professores. As equipes foram selecionadas a partir da IX
MOBFOG, realizada junto com a XVIII Olimpíada Brasileira de Astronomia e
Astronáutica (OBA) em maio. A edição de 2015 recebeu 87.734 alunos (aumento de
41,8% em relação à 2014) de 1.967 escolas espalhadas pelo país (aumento de
33,5% em relação à 2014).
Esse ano, os
campeões receberam material didático e troféus no formato do foguete brasileiro
VS-40. Para os vice-campeões, o prêmio foi na forma do VSB-30. Quem obteve
menção honrosa levou uma réplica do Sonda III.
- Participar
da Jornada de Foguetes já é um grande prêmio aos alunos e professores, pois
significa que os alunos estão entre aqueles que melhor construíram suas bases
de lançamentos e seus foguetes em todo o Brasil. Para tanto, aperfeiçoaram a
aerodinâmica do foguete e ajustaram as quantidades de bicarbonato de sódio e
ácido acético de modo a obterem a maior pressão com o menor peso possível. Isso
tudo os coloca próximos das situações reais que os engenheiros aeroespaciais
enfrentam para construírem seus foguetes - explica João Batista Garcia Canalle,
coordenador nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica
(OBA).
Durante a
jornada, os jovens apresentaram os seus foguetes de garrafa pet e suas bases de
lançamento. Os protótipos foram movidos a combustível líquido composto de
vinagre e bicarbonato de sódio (que pode ser encontrado no fermento em pó).
Além dos lançamentos, o programa ainda promoveu palestras de astrônomos e
especialistas em astronomia e astronáutica.
Os vencedores
são os que lançam os foguetes o mais longe possível. Além disso, as seis
melhores apresentações receberam prêmios. O júri, para essa avaliação, foi
composto pelos professores de todas as equipes presentes. Foram analisados pela
banca examinadora os seguintes pontos: acabamento e originalidade do foguete;
acabamento e originalidade da base; segurança e apresentação da equipe
participante.
A MOBFOG
Realizada pela
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a inciativa é aberta
aos alunos de escolas públicas e particulares do ensino fundamental e médio.
A finalidade é avaliar a capacidade dos jovens de construir e lançar, o mais
longe possível, foguetes feitos de garrafa pet ou de canudo de refrigerante,
conforme o nível do aluno.
Somente os
participantes do nível 4 (projetos de foguetes de garrafa pet movido a vinagre
e bicarbonato de sódio) são convidados para a Jornada. Além da distância dos
protótipos, os trabalhos também são avaliados por meio dos relatórios enviados
pelos estudantes e professores à coordenação da Mostra. Caso a escola esteja dentro
das regras e atinja o objetivo, é convidada para participar da Jornada de
Foguetes.
A iniciativa
tem como apoiadores a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o
Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), da Agência Espacial Brasileira (AEB),
a Fundação Marcos Pontes, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico (CNPq) e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Os lançamentos
Os foguetes são
lançados numa pista de pouso, de pequenos aviões, do Hotel Fazenda
Ribeirão, localizado em Barra do Piraí, no interior do Rio de Janeiro. Para a
execução da prova, o protótipo deve ser fixado na base, que é fincada no
chão. Em inclinação de 45º, é apontado numa direção livre de pessoas,
árvores altas, fios elétricos, móveis, estabelecimentos ou residências,
mantendo todos afastados num diâmetro de 10 metros.
Antes do
lançamento, o grupo deve promover contagem regressiva. Depois, o gatilho, que
pode ser usado em forma de barbante, é puxado secamente. Nesse momento, o
foguete sai da base violentamente num movimento parabólico, atingindo entre 100
e 200 metros ou até mais, dependendo, é claro, da aerodinâmica dada ao foguete
e da otimização das quantidades de vinagre e de bicarbonato de sódio.
Para o combustível
é usada a força de empuxo gerada a partir do gás produzido pela mistura química
de vinagre com bicarbonato de sódio (fermento em pó). Os vencedores são
definidos a partir da combinação ideal entre o volume destas substâncias, a
quantidade e o tamanho das aletas, o ângulo de lançamento, a direção do vento e
o tamanho e o peso do foguete, além, é claro, do alcance obtido.
Ficou curioso?
Quer aprender a construir um foguete de garrafa pet e participar da próxima
MOBFOG? Veja alguns vídeos com dicas e participe da próxima edição:
Construção de foguete com o Dr. João Batista Canalle:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA)
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Brasil faz história em Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica
| Da esquerda para a direita: Renner Lucena, Ana Schuch, Gustavo Guedes, Leonardo Martins e Vítor Gomes (Foto: Carlos Pinho) |
O Brasil brilhou intensamente na VII Olimpíada Latino-Americana de
Astronomia e Astronáutica (VII OLAA), realizada entre os dias 27 de setembro e
04 de outubro, nas cidades do Rio de Janeiro e de Barra do Piraí (RJ). Nossa
delegação de estudantes ficou em 1º lugar no quadro geral de medalhas, com quatro de ouro e uma de prata. Foi o melhor resultado, até hoje, entre todas as
edições do evento.
O ouro ficou com os
estudantes Gustavo Guedes Faria (São José dos Campos, SP), Vítor Gomes Pires
(São Paulo, SP), Renner Leite Lucena (Fortaleza, CE) e Ana Paula Lopes Schuch
(Porto Alegre, RS). Já o jovem Leonardo Henrique Martins Florentino (São Paulo,
SP) levou a prata. À frente do grupo brasileiro, estavam os professores Júlio
César Klafke (Universidade Paulista, UNIP) e Thiago Paulin Caraviello (Colégio
Etapa).
Mas as conquistas não pararam por aí. Gustavo Guedes teve a maior nota geral entre todos os participantes e,
empatado com Vítor Gomes, faturou a premiação especial de melhor prova por
equipes. Já Ana Paula fez a melhor prova individual.
Essa foi a terceira vez em que o Brasil sediou o evento. Com o
resultado, chegamos, no total das sete olimpíadas, à marca de 20 medalhas de
ouro, 13 de prata e duas de bronze. A OLAA reuniu 38 alunos do ensino médio de
oito países da América Latina: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia,
México, Paraguai e Uruguai. Todos se classificaram por meio das olimpíadas
nacionais de astronomia e astronáutica de seus respectivos países.
A OLAA
A abertura da VII OLAA e a prova de planetário foram realizadas no
Planetário da Gávea, na cidade Rio de Janeiro. De lá, as delegações seguiram
para o Hotel Fazenda Ribeirão, na cidade de Barra do Piraí, onde ocorreram as
demais atividades. O programa contou com visitas ao Observatório do Pico dos
Dias (Brazópolis, MG) e ao Pão de Açúcar.
| Delegações reunidas no Planetário da Gávea |
As provas
da olimpíada foram divididas em teoria, prática e reconhecimento do céu. A
prova teórica foi realizada em duas etapas, individual e em grupo, mesclando as
delegações. Os estudantes ainda participaram de uma competição de lançamento de
foguetes em grupos multinacionais. Houve ainda avaliações individuais que
exigiram o reconhecimento do céu real e o manuseio de telescópio.
| Dr. João Batista Canalle em visita ao Observatório Nacional |
Segundo o
Dr. João Batista Garcia Canalle, presidente da OLAA e coordenador da Olimpíada
Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a olimpíada científica promoveu
o intercâmbio de conhecimentos entre os alunos e o de experiências didáticas
entre os professores que lideraram os grupos. "Por meio de iniciativas
como a OLAA, desejamos unir as nações, fomentar e popularizar a astronomia e a
astronáutica entre os países participantes e despertar o interesse nos jovens
pela astronomia e pelas ciências aeroespaciais”, destaca.
- O
objetivo principal não é a competição entre países. A OLAA é uma grande
oportunidade de integração internacional entre as nações que estiveram aqui
reunidas – reforça.
A
olimpíada latino-americana é a única modalidade internacional a realizar provas
em que alunos de diferentes países são avaliados também em grupos
multinacionais. Além disso, é a única olimpíada que obriga que os grupos
sejam de ambos os gêneros. “Queremos dar oportunidades a meninos e meninas de
participarem”.
| Lançamento oficial de foguetes |
- Ao
promover as provas em grupos multinacionais, o objetivo é mostrar aos
participantes que a ciência se faz em grupos e entre pessoas de diferentes
países. Esta é a filosofia das provas, tanto a teórica quanto a de foguetes –
ressalta o astrônomo.
A
expectativa para 2016 é de que o número de países participantes aumente. O Peru
é um dos postulantes, tendo enviado, nesta edição, o professor Rafael Reyes
para conhecer o evento. A VIII OLAA já tem o seu país-sede definido: a
Argentina.
Preparação
Para
os líderes da delegação brasileira, o resultado expressivo tem uma explicação:
a preparação dos jovens. Os alunos olímpicos participaram de uma série de
treinamentos. Eles estudaram com especialistas no Observatório Abrahão de
Moraes, do Instituto de Astronomia, Geofísica e
Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP). Depois,
conheceram e aprenderam mais sobre a disciplina no Laboratório Nacional de
Astrofísica (LNA), em Brazópolis (MG). As aulas tinham como objetivo intensificar
a preparação dos alunos.
Como
participar
Para
participar de uma das equipes internacionais, o candidato precisa inicialmente
de uma excelente pontuação na prova nacional da Olimpíada Brasileira de
Astronomia e Astronáutica (OBA). Em seguida, é preciso fazer as seletivas
online. E, caso seja classificado, o estudante realiza uma prova final
presencial.
Depois
de todo esse processo, os selecionados para compor as equipes realizam
treinamentos intensivos, em que aprendem a operar telescópios, a construir
foguetes e bases de lançamento e aprimoram seus conhecimentos sobre astronomia.
Organização
A
comissão realizadora da OLAA 2015 foi composta pelas seguintes instituições:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA - www.oba.org.br);
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ - www.uerj.br);
Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST - www.mast.br); Observatório Nacional (ON/MCTI - www.on.br);
Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro (www.planetariodorio.com.br); Universidade Paulista (UNIP - www3.unip.br);
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE - www.inpe.br);
Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE- www.iae.cta.br);
Agência Espacial Brasileira (AEB - www.aeb.gov.br).
Fundada
na cidade de Montevidéu, no Uruguai, a partir de uma proposta do Brasil, a OLAA
acontece desde 2009 e é coordenada por astrônomos de vários países. Já a OBA é
coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica
Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Hotsite
da OLAA:
O resultado histórico conquistado pelos estudantes brasileiros ganhou destaque em diversos veículos. Confira alguns deles:
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terça-feira, 18 de agosto de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
São José dos Campos
recebe encontro de astronomia pela primeira vez
Com
o intuito de ensinar professores dos ensinos fundamental e médio sobre o
universo, a cidade São José dos Campos (SP) sediará o 60º Encontro Regional
de Ensino de Astronomia (EREA) dos dias 20 a 22 de agosto. O
encerramento do evento contará com a palestra de Marcos Pontes, o primeiro
astronauta brasileiro.
O
programa será realizado pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica
(OBA) em parceria com a Diretoria de Ensino e a Secretaria Municipal de
Educação de São José dos Campos entre outros. A iniciativa visa capacitar os
professores da Educação Básica em ensino de astronomia e ciências espaciais.
Além
de assistir às palestras e aos minicursos, o público ainda vai participar de
atividades lúdicas, como, por exemplo, oficinas para ensinar a elaborar
foguetes de garrafa pet e para mostrar o movimento aparente do Sol.
Para
o professor e astrônomo Dr. João Canalle, coordenador da Olimpíada Brasileira
de Astronomia e Astronáutica (OBA), o projeto tem como missão debater e
compartilhar práticas pedagógicas voltadas ao ensino da Astronomia e divulgar o
valor dessa ciência em âmbito regional. “Queremos promover a integração entre
educadores, pesquisadores, estudantes e astrônomos”, destaca.
Segundo
Enrique Klai de França, coordenador local do evento, será a primeira vez que se
realiza o encontro em São José dos Campos, cidade conhecida por ser o polo
Tecnológico e de Pesquisa nas áreas de Astronomia e astronáutica. “A equipe do
EREA, juntamente com o professor Canalle, veem nos ajudando e motivando muito
nessa grande iniciativa”.
-
O público irá gostar bastante da nossa proposta. Ela será voltada para a
educação, com foco na formação continuada de professores – diz.
60º
EREA
Encontro
Regional de Ensino de Astronomia – São José dos Campos (SP)
Período:
de 20 a 22 de Agosto de 2015
Locais do
evento:
Centro de
Formação do Educador (Cefe) "Professora Leny Bevilacqua" em
São José dos Campos.
Endereço: Av.
Olivo Gomes, 250 – Santana;
Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Av. dos
Astronautas, 1758 – Jardim da Granja
Universidade
do Vale do Paraíba (UNIVAP)
Av. Shishima
Hifuni, 2911 – Urbanova
Centro
Técnico Aeroespacial (CTA)
Av.
Brigadeiro Faria Lima, 1941 – Parque Martim Cererê
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terça-feira, 28 de julho de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
Brasil rumo às
medalhas em astronomia e astrofísica
Cinco estudantes brasileiros do ensino médio
viajam, essa semana, para a cidade de Magelang, na província de Java Central,
na Indonésia. Eles vão em busca das medalhas do conhecimento na IX Olimpíada
Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA, na sigla em inglês), que
acontece entre os dias 26 de julho e 4 de agosto.
A nossa seleção é formada pelos alunos
Carolina Lima Guimarães (Vitória, ES), Felipe Roz Barscevicius (Sorocaba, SP),
João Paulo Krug Paiva (Curitiba, PR), Pedro Henrique da Silva Dias (Porto
Alegre, RS) e Yassin Rany Khalil (Primavera do Leste, MT). Os líderes do grupo
são os astrônomos Gustavo Rojas (UFSCar) e Eugênio Reis (MAST/RJ).
Preparação
Antes da viagem, os jovens participaram de
uma série de treinamentos. Eles estudaram com especialistas no Observatório
Abrahão de Moraes, do Instituto de Astronomia,
Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo
(USP). Depois, conheceram e aprenderam mais sobre a disciplina no Laboratório
Nacional de Astrofísica (LNA), em Brazópolis (MG). As aulas tinham como
objetivo intensificar a preparação dos alunos diante das provas.
Nessa última semana, eles se reuniram no Planetário
Johannes Kepler, situado no Sabina Escola Parque do Conhecimento, em Santo
André (SP). Esse encontro serviu para testar os conhecimentos de astronomia no
planetário, onde foram simuladas as condições observacionais que encontrarão na
Indonésia.
Além dos alunos e líderes da equipe,
participaram desse último treinamento os professores Marcos Calil e Daniel
Soler (Sabina), Julio Klafke (Colegio Objetivo-SP), Thiago Paulin (Colégio
Etapa-SP) e Ednilson Oliveira (Colégio Santa Maria-SP).
Na olimpíada anterior
A edição de 2014 foi na
cidade de Suceava, Romênia. Além de receber duas medalhas de bronze e três
menções honrosas, a delegação brasileira conquistou a inédita medalha de prata
na prova por equipe.
Como participar
Para ter a oportunidade de estar em uma
destas equipes internacionais, o candidato precisa, primeiramente, de uma
excelente pontuação na prova nacional da OBA. Em seguida, é preciso participar
de provas seletivas online. E, finalmente, caso seja classificado, o estudante
realiza uma prova final presencial.
Depois de todo esse processo, os selecionados
para compor as equipes realizam treinamentos intensivos, onde aprendem a operar
telescópios, a construir foguetes e bases de lançamento e aprimoram seus
conhecimentos de Astronomia.
Organização
A IOAA é reconhecida pela União Astronômica
Internacional (IAU, na sigla em inglês). A organização exige que cada país se
comprometa a sediar uma edição da olimpíada, arcando com todas as despesas
relativas ao evento, podendo receber apoio de diferentes setores da sociedade.
Já a OLAA é coordenada por astrônomos brasileiros, argentinos, uruguaios e de
outros países da América Latina. Acontece desde 2009, quando foi fundada na
cidade de Montevidéu, no Uruguai. A OBA é organizada por uma comissão formada
por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial
Brasileira (AEB).
Site oficial da Olimpíada Brasileira
de Astronomia e Astronáutica (OBA)
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