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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia

Jornada de Foguetes aproxima jovens das ciências espaciais

Você sabia que um foguete feito com garrafa pet pode voar até 300 metros de distância? Caso duvide, a VII Jornada de Foguetes, organizada pela IX Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), mostra que é possível. Além de estimular o aprendizado dos jovens, ao colocarem a teoria em prática, o evento, que realizado na cidade de Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, entre os dias 26 de outubro e 1º de novembro, ainda contou com a presença de Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro.

Foram inscritos 103 equipes, num total de 410 participantes, entre estudantes e professores. As equipes foram selecionadas a partir da IX MOBFOG, realizada junto com a XVIII Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) em maio. A edição de 2015 recebeu 87.734 alunos (aumento de 41,8% em relação à 2014) de 1.967 escolas espalhadas pelo país (aumento de 33,5% em relação à 2014). 

Esse ano, os campeões receberam material didático e troféus no formato do foguete brasileiro VS-40. Para os vice-campeões, o prêmio foi na forma do VSB-30. Quem obteve menção honrosa levou uma réplica do Sonda III.  

- Participar da Jornada de Foguetes já é um grande prêmio aos alunos e professores, pois significa que os alunos estão entre aqueles que melhor construíram suas bases de lançamentos e seus foguetes em todo o Brasil. Para tanto, aperfeiçoaram a aerodinâmica do foguete e ajustaram as quantidades de bicarbonato de sódio e ácido acético de modo a obterem a maior pressão com o menor peso possível. Isso tudo os coloca próximos das situações reais que os engenheiros aeroespaciais enfrentam para construírem seus foguetes - explica João Batista Garcia Canalle, coordenador nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).

Durante a jornada, os jovens apresentaram os seus foguetes de garrafa pet e suas bases de lançamento. Os protótipos foram movidos a combustível líquido composto de vinagre e bicarbonato de sódio (que pode ser encontrado no fermento em pó). Além dos lançamentos, o programa ainda promoveu palestras de astrônomos e especialistas em astronomia e astronáutica. 

Os vencedores são os que lançam os foguetes o mais longe possível. Além disso, as seis melhores apresentações receberam prêmios. O júri, para essa avaliação, foi composto pelos professores de todas as equipes presentes. Foram analisados pela banca examinadora os seguintes pontos: acabamento e originalidade do foguete; acabamento e originalidade da base; segurança e apresentação da equipe participante.
           
A MOBFOG
Realizada pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a inciativa é aberta aos alunos de escolas públicas e particulares do ensino fundamental e médio. A finalidade é avaliar a capacidade dos jovens de construir e lançar, o mais longe possível, foguetes feitos de garrafa pet ou de canudo de refrigerante, conforme o nível do aluno.

Somente os participantes do nível 4 (projetos de foguetes de garrafa pet movido a vinagre e bicarbonato de sódio) são convidados para a Jornada. Além da distância dos protótipos, os trabalhos também são avaliados por meio dos relatórios enviados pelos estudantes e professores à coordenação da Mostra. Caso a escola esteja dentro das regras e atinja o objetivo, é convidada para participar da Jornada de Foguetes.

A iniciativa tem como apoiadores a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), da Agência Espacial Brasileira (AEB), a Fundação Marcos Pontes, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Os lançamentos
Os foguetes são lançados numa pista de pouso, de pequenos aviões, do Hotel Fazenda Ribeirão, localizado em Barra do Piraí, no interior do Rio de Janeiro. Para a execução da prova, o protótipo deve ser fixado na base, que é fincada no chão. Em inclinação de 45º, é apontado numa direção livre de pessoas, árvores altas, fios elétricos, móveis, estabelecimentos ou residências, mantendo todos afastados num diâmetro de 10 metros.

Antes do lançamento, o grupo deve promover contagem regressiva. Depois, o gatilho, que pode ser usado em forma de barbante, é puxado secamente. Nesse momento, o foguete sai da base violentamente num movimento parabólico, atingindo entre 100 e 200 metros ou até mais, dependendo, é claro, da aerodinâmica dada ao foguete e da otimização das quantidades de vinagre e de bicarbonato de sódio. 

Para o combustível é usada a força de empuxo gerada a partir do gás produzido pela mistura química de vinagre com bicarbonato de sódio (fermento em pó). Os vencedores são definidos a partir da combinação ideal entre o volume destas substâncias, a quantidade e o tamanho das aletas, o ângulo de lançamento, a direção do vento e o tamanho e o peso do foguete, além, é claro, do alcance obtido.

Ficou curioso? Quer aprender a construir um foguete de garrafa pet e participar da próxima MOBFOG? Veja alguns vídeos com dicas e participe da próxima edição:

Construção de foguete com o Dr. João Batista Canalle:

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA)


A 7ª edição da Jornada de Foguetes foi destaque na mídia de todo o país. Confira alguns dos destaques:












quinta-feira, 19 de março de 2015

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia

Organizado em parceria entre a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e a ACRUX Aerospace Technologies, o Space Camp (Acampamento Espacial, em inglês) promove palestras e oficinas temáticas com especialistas sobre satélites, foguetes, robótica e astronomia. Na última edição, contou com a palestra de Marcos Pontes, primeiro astronauta brasileiro, e visitas guiadas à hidrelétrica binacional de Itaipu.

O evento desse ano ainda realizou uma competição científica em equipe entre os jovens. Num dos torneios, eles tiveram de construir protótipos de veículos para uma expedição numa base que simulou a superfície irregular da Lua. Além disso, houve disputas de lançamento de foguetes e de talentos artísticos tipicamente Geeks.

No local houve também o lançamento de foguetes a propelente sólido, imageamento com drones, uma simulação da construção de uma base espacial por meio de jipes robóticos programados pelos alunos, além de uma grande Space Party para confraternização.

Para o astrônomo João Batista Garcia Canalle, coordenador da OBA, é preciso promover mais eventos com o intuito de estreitar os laços entre os estudantes e a ciência. “Somente criando oportunidades para disseminar o conhecimento científico é que poderemos despertar o interesse nos jovens, além de aproximá-los dos pesquisadores dessas áreas”, ressalta.

Space Camp em Foz do Iguaçu
 Clique na imagem para ver o vídeo na íntegra







terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica abre inscrições


Evento chega a sua 18ª edição em 2015

Ao observar o céu à noite, você fica curioso com a formação das estrelas ou dos planetas? A origem das galáxias e os movimentos de cometas te intrigam? Então, o seu lugar é na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Fique atento, pois a edição desse ano já está com as inscrições abertas. 



A prova vai acontecer no dia 15 de maio e é voltada para todos os estudantes dos ensinos fundamental e médio. Escolas públicas ou particulares que ainda não participam já podem se cadastrar pelo site (http://www.oba.org.br) ou por meio das fichas enviadas a todas as instituições de ensino. O prazo vai até o dia 15 de março e os exames acontecem em fase única.

O objetivo da OBA, de acordo com o Dr. João Batista Garcia Canalle, astrônomo e coordenador nacional do evento, é levar “a maior quantidade de informações sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos jovens”.

 João Canalle durante uma oficina didática sobre astronomia 
 Foto: Tiberius Drumond

A olimpíada é dividida em quatro níveis - os três primeiros são para alunos do ensino fundamental e o quarto, para os do médio - e a prova é composta por dez perguntas: sete de Astronomia e três de Astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas serão distribuídas conforme a pontuação obtida.

Os melhores classificados representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2016. E os participantes dessa edição vão ainda concorrer a vagas nas Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP) e em Natal (RN). Nelas, os alunos recebem material didático e assistem a palestras de especialistas.

 Alunos na Jornada Espacial aprendendo a montar foguete de garrafa pet

Segundo Canalle, a iniciativa não tem a intenção de criar rivalidade entre escolas ou promover competição entre cidades ou estados: “Queremos promover a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa entre professores e alunos, além de mantê-los atualizados”.

Até hoje, a OBA já conta com mais 6 milhões de participantes. Em 2014, a olimpíada teve a participação de 772.257 estudantes e distribuiu, aproximadamente, 43 mil medalhas, um aumento de 26% em relação à edição anterior. Foram 10.412 de ouro, 14.451 de prata e 17.693 de bronze.

Organização 
A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). A coordenação da olimpíada ainda organiza, desde 2009, os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). São promovidos de 10 a 12 encontros por ano. O programa é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).

Mais informações:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA):


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia

A Jornada de Foguetes, organizada pela Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) e pela Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), mostrou que é possível transformar uma garrafa pet num foguete. A iniciativa tinha como objetivo estimular o aprendizado dos jovens e o intercâmbio de conhecimento entre estudantes e professores. 

O evento reuniu 600 alunos de várias regiões do país entre os dias 27 de outubro e 2 de novembro na cidade de Barra do Piraí, no interior do Rio de Janeiro. A programação ainda contou com a presença especial de Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro.




sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Olimpíada Brasileira de Astronomia na mídia

Encontro Regional de Ensino de Astronomia (EREA) - Toledo, PR.
Matéria da RIC TV - Rede Record - Cascavel, PR.





Encontro Regional de Ensino de Astronomia (EREA) - Vassouras, RJ.





Olimpíada Internacional de Astronomia




Treinamento - Olimpíada Latino-Americana de Astronomia



Profissão de astrônomo