quinta-feira, 21 de julho de 2011

Toma jeito Tio Sam!


Por Rufino Carmona

Hoje é dia 21 de julho. Se até 2 de agosto, o Congresso dos Estados Unidos não resolver o impasse sobre a elevação do teto de endividamento do país, estará decretado o primeiro calote do grande império do norte. E, por ironia do destino, um dos países que deixará de receber seus trocados será o Brasil. Sim, o nosso Brasil que, alguns anos atrás, assustava o mundo, como em 1987, quando deixamos de pagar, por um tempo, a dívida externa.

Mas nossa dívida externa já não existe. Ninguém mais se assusta com o Brasil. Pelo contrário. Temos problemas hoje é com a enxurrada de dólares que não para de entrar pelos quatro cantos do país. Fico pensando se, por um instante, num momento transcendental, esse meu texto fosse lido pelos economistas brasileiros que lutavam bravamente para dar alguma credibilidade ao país, lá pelos anos 80, 90. Eles certamente não acreditariam no quê escrevo hoje. Ririam da minha cara.

Mas voltemos a 2011. Para ninguém se alardear, é evidente que os Estados Unidos vão resolver isso antes do fatídico 2 de agosto. É que, pelo menos por enquanto, o problema ainda é mais político do que econômico propriamente. O partido Republicano está esticando a corda até não poder mais para desgastar o presidente Obama e assim conseguir emplacar alguns de seus projetos e ainda se fortalecer um pouco para concorrer contra o próprio numa eleição em que terá pouquíssimas chances de vitória.

Só que, apesar de a crise ser mais política, a economia dos Estados Unidos já dá sinais, há um bom tempo, que não tem a mesma pujança de outrora. Eles ainda vão ser, por muitos anos, o país mais rico do mundo, mas o distanciamento em relação principalmente aos emergentes tende a ser cada vez menor.

A dívida americana é simplesmente igual à soma de tudo que produzem anualmente. Se isso acontecesse aqui no Brasil, o mundo já teria nos dado às costas há tempos. Mas o Tio Sam é o Tio Sam. Eles ainda gozam da vantagem de não terem, em toda a história, um só momento em que não tivessem honrado seus compromissos. São o porto seguro do capital do mundo.

Mas que não tomem tenência! Se continuarem a se afundar em guerras intermináveis e não contiverem os gastos públicos, esse império acaba muito antes do que qualquer historiador pudesse esperar.



ANBio na mídia






quarta-feira, 20 de julho de 2011

Aos superendividados III


Por Rufino Carmona

Caro amigo que se encontra nessa situação de superendividamento, depois das postagens das últimas duas quartas-feiras (06 e 13 de julho), me restou falar sobre ajuda profissional.

Consultor financeiro – talvez você não tenha condições, sozinho, de pôr em prática algumas das dicas dadas nas postagens anteriores sem ajuda de um profissional que entenda de finanças. Pois bem, as faculdades costumam disponibilizar esse serviço gratuitamente. Você pode buscar ajuda numa faculdade de economia ou mesmo na de matemática. Um estudante, sob orientação sempre de um professor, pegará o seu caso e vai pensar em todas as saídas possíveis junto com você. Vale a pena procurar hoje mesmo uma instituição de ensino superior perto da sua casa e expor o seu problema.

Psicólogo – vou chegar agora a um ponto que talvez seja o mais difícil de ser tocado. Segundo pesquisas, a grande maioria das pessoas que chegam a uma situação de superendividamento precisa de ajuda de um profissional da área de psicologia. Geralmente, não é a falta de dinheiro que causa o problema, mas a compra por impulso. Por isso, depois de fazer um trabalho enorme para sair do endividamento, acaba voltando à mesma situação em pouco tempo novamente.

Não consegue aprender com o erro, porque ela tem uma ânsia muito grande em comprar, adquirir, ter, possuir. Infelizmente, a maioria também sempre acha que não tem esse problema e não procura um profissional. Espero que, se esse for o seu caso, você tenha capacidade de discernimento e reconheça que precisa desse tipo de ajuda.

E o dinheiro para pagá-lo? Da mesma forma que eu falei sobre o consultor financeiro, as faculdades de psicologia também disponibilizam esse serviço gratuitamente. Se eu fosse você, procuraria, hoje mesmo, o consultor financeiro e o psicólogo. Você vai ver como será mais fácil sair dessa situação difícil com a ajuda de especialistas. Dê uma chance a você mesmo para sair dessa e não voltar nunca mais.

Casa da Empada na mídia






terça-feira, 19 de julho de 2011

Workshop de assessoria de imprensa


A Mercado da Comunicação abre inscrições para o workshop de Assessoria de Imprensa. O tema será abordado de forma geral nas quatro horas de programação com o objetivo de esclarecer as principais dúvidas de quem deseja trabalhar na área. A aula vai ser ministrada pelo jornalista Rufino Carmona, diretor da empresa.

Serão apresentados alguns cases de sucesso, além da presença de profissionais de Redação, que explicarão como se dá atualmente a relação com as assessorias.  

Serão dois workshops: o primeiro, na quinta-feira (28 de julho) às 18h e o segundo, no sábado (30 de julho) às 9h. Investimento: R$ 90. Inscrições: 2284-4949 ou pelo email mercadocom@mercadocom.com.br.

Exemplo de cidadania


Rufino Carmona

Eu senti muito orgulho de mim mesmo no último domingo ao levar o meu carro para ser  vistoriado no Detran. Antes que achem que sou algum Chico Xavier ou alguma Madre Teresa de Calcutá, quero deixar claro que estou muito longe disse. E como estou! Mas também dou os meus exemplos.

Ao contrário de muita gente que, antes da vistoria, troca seus pneus com um familiar ou com um vizinho, por exemplo, para passar na vistoria, nunca fiz isso. Sempre fui totalmente contrário. Mas quando marcava a vistoria, sempre via como algo chato, que só me tirava tempo e até podia me fazer gastar dinheiro. Antes de ir ao posto, eu procurava tudo que poderia comprometer a vistoria e tratava de resolver antes. Comprava o que fosse preciso e torcia para que itens mais caros, como os próprios pneus, não fossem rejeitados.

Pois bem, dessa vez foi diferente. Eu saí de casa com a certeza de que estava cumprindo um dever muito importante para comigo mesmo, para com a minha família e para com a sociedade. Fiz a vistoria para saber se meu carro estava poluindo o meio ambiente e se estava seguro para eu dirigir. Então, não me importei em ver nada antes. Queria que eles me dissessem como estava o meu automóvel. Se estivesse em boas condições, ótimo. Mas se tivesse que fazer alguma coisa, tudo bem. Melhor saber e resolver do que correr riscos.

E aconteceu a segunda hipótese. Sem eu saber, veja bem, meu extintor, que tinha validade até 2013, estava vazio. Eu não havia usado. Mas meu carro permaneceu algum tempo numa oficina. Lá, eles devem tê-lo trocado ou mesmo usado. Mas o erro deles não justificaria eu continuar com o extintor daquele jeito, até porque quem correria risco seria eu próprio e minha família.

E os dois pneus traseiros já não estavam em condições de uso também. Vou comprar dois pneus novos e colocá-los na frente. Os da dianteira, vou pôr na traseira e ainda fazer alinhamento, cambagem e balanceamento. De que adiantaria eu ter trocado meus pneus traseiros com meu irmão, por exemplo, se depois eu teria que recolocá-los novamente no meu carro, correndo riscos de derrapagem ou outras coisas piores?

Enfim, me senti muito bem ao sair do posto, mesmo tendo que voltar até a próxima sexta-feira com esses itens resolvidos. Como disse no ínicio, não sou nenhum santo. Parece apenas que estou me respeitando mais e respeitando mais a sociedade também. Quem ganha com isso sou eu mesmo.

Sistema Elite de Ensino na mídia







segunda-feira, 18 de julho de 2011

Faltou a Dilma em La Plata


Rufino Carmona

Quando eu vi, agora de manhã, a charge de O Globo com a presidenta, Dilma Rousseff, pedindo para bater um pênalti e os jogadores brasileiros enfileirados atrás dela, lembrei de uma máxima que é dita em futebol desde que me conheço por gente: “Pênalti é tão importante que quem deveria cobrar é o presidente do clube”.

Pois bem, a seleção brasileira não é um clube, então quem deveria cobrar era a presidenta do país. E, muito cá entre nós, acho que no auge de todo o seu pragmatismo, nossa maior mandatária faria o gol. Sabe por quê? Porque pênalti, como já dizia o meu avô, não é coisa que se perca. E perder quatro, ou melhor, todos os que foram batidos, acho que nem o nosso pior time, o Íbis, deve ter alcançado suprema proeza.


O Brasil jogou melhor que o Paraguai? Jogou muito melhor, mas não conseguiu fazer um golzinho, tal qual na disputa por penalidades máximas. O que dizer? O que comentar? Só nos cabe ficarmos completamente atônitos diante de algo que talvez nunca mais ocorra na história do futebol mundial.


Foi tão humilhante, minha gente, que eu me pergunto: seria melhor mexer em algo? Tirar o Mano? E se viesse outro treinador, os jogadores seriam os mesmos? De uma coisa, eu tenho certeza: quem deveria sair mesmo, e ir rapidamente para os quintos dos infernos, é o famigerado presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.


Não consigo entender como pode um cartola com tantas evidências contra ainda permanecer à frente da entidade. Mas quem é carioca e agüentou, anos e anos, o Caixa D´água comandando a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) aprendeu a ter muita paciência. Mas paciência tem limite! 

Patrícia Vergara na mídia


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Visite a obra-prima de Niterói


Projetado por Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC) é o mais belo patrimônio histórico da cidade. Fundado em 1996, o edifício possui uma estrutura exuberante e sua arquitetura permite uma visão panorâmica e única da baía de Guanabara. Projetado em forma de cálice, o MAC se assemelha a um firme caule de uma flor.


O monumento tem 16 metros de altura e sua cúpula possui um diâmetro de 50 metros. A obra-prima é iluminada externamente por 34 faróis de avião. Esse efeito cria uma entonação espacial e, ao mesmo tempo, destaca a leveza da estrutura principal.



Atualmente, o acervo do MAC conta com 1.217 obras da Coleção João Sattamini e de um pequeno conjunto de 369 obras, doadas por artistas que expuseram no museu. No subsolo, o visitante encontra um auditório para 60 espectadores e um bistrô com vista para o mar.

Serviço:
Endereço – Mirante da Boa Viagem, s/ nº, Niterói, RJ
Contatos: (21) 2620-2400 / 2620-2481

BarraPoint na mídia






quinta-feira, 14 de julho de 2011

Internetês, a linguagem da web


Por Tiberius Drumond e Rufino Carmona

Atire a primeira pedra quem nunca digitou “tb", “kd", “sds”, “tc” ou “vc” num texto formal. Mas ao surgir aquela dúvida foi só “googlar” ou até “guglar”. E já com a resposta em mãos, temos logo que “twittar” ou “facebookar” para ajudar nossos amigos e seguidores e que eles possam compartilhar com os outros nossas descobertas.

Parece esquisito. Mas esses termos invadiram o cotidiano, consequência do avanço da tecnologia e do surgimento da internet. O grande boom da comunicação contribui para que novas palavras e abreviações sejam disseminadas diariamente, o que deu origem ao internetês. Essa nova linguagem não escolhe idade, sexo, raça nem nada. É totalmente democrática e sem discriminações.

Os códigos linguísticos utilizados são ligados geralmente ao ambiente cibernético, com excesso de reduções de palavras, criação de novos verbos e estrangeirismos. São jargões, modos específicos de falar. Além de economizar tempo ao digitar, esse discurso funciona como um status social entre os jovens de um mesmo grupo.

Os adolescentes de hoje são fissurados nessas expressões que já se tornaram corriqueiras. Na rede, pode-se encontrar diversos twitters ou blogs com frases bem peculiares como: “hj tô mt feliz” ou “tb vou, vlw?”. Esse estilo serve como código para troca de mensagens instantâneas, mas não pode ser utilizado numa redação, por exemplo. O internetês pode ser visto como uma simples forma de se comunicar, mas na escrita é encarada como desleixo.

A principal característica da língua é o seu dinamismo. Mas esse tipo de discurso pode ser entendido como vício de linguagem. Por isso, deve-se ter cuidado ao utilizá-lo.  Por exemplo, os jargões do futebol são utilizados somente numa narração esportiva ou numa roda de amigos. Já ao elaborar um email para uma oportunidade de emprego, fazer uma prova para concurso ou no vestibular, o resultado pode ser péssimo.

Da mesma maneira ocorre com o internetês. Tudo depende da contextualização. Ou seja, o lugar, a circunstância e as pessoas envolvidas determinam como você deve se comunicar. Não que essas expressões devam ser abolidas, mas deve-se entender que essa linguagem se restringe ao canal de comunicação. Isso tem de ficar restrito ao uso de mensagens instantâneas.

De tanto utilizar o internetês, algumas pessoas acabam se condicionando a escrever desse jeito e transcrevem para o papel, ou em mensagens eletrônicas profissionais, termos que não devem ser utilizados formalmente. Mas para “vc” “ñ” se confundir e “ñ” cair nas armadilhas da língua o conselho é: leia bastante. Leitura é fundamental.

Gecrear na mídia



quarta-feira, 13 de julho de 2011

Aos superendividados II


Por Rufino Carmona

Um número enorme de pessoas acessou a matéria da semana passada sobre os superendividados. Agradeço a todos. Só que mãos a obra que a situação de quem está superendividado não pode esperar!

Vou partir do pressuposto, conforme combinamos na semana passada, que você já saiba o total da sua dívida e que já tenha eleito aquelas contas prioritárias para sua sobrevivência.

Vou dar então três sugestões agora para lhe ajudar a sair desse quadro de superendividamento. Veja a que melhor se encaixa.

1)Se você possui algum bem com valor superior ou equivalente à sua dívida, não pense duas vezes: venda e quite tudo. Não adianta ficar desesperado e rolar dívidas a juros altíssimos, quando pode resolver tudo se desfazendo de um bem. É um bem de família? É um automóvel? É uma casa de praia? Pensa bem: De que vale qualquer um desses bens ou o que eles podem lhe proporcionar se você não consegue dormir? Em relação ao automóvel, só não venda se ele for usado como ferramenta de trabalho, porque, nesse caso, você paga a dívida e fica sem trabalhar depois.

2) Você pode trocar dívidas caras por outras mais baratas: nem todo mundo tem essa chance, ainda mais quando está muito endividado. Mesmo assim, vale consultar o banco ou uma financeira e saber dos créditos disponíveis. Por exemplo: se você está no rotativo do seu cartão de crédito, pagando juros de 13% a 15% por mês, que tal pegar um empréstimo pessoal de 5% a 7%? Ou até penhorar suas jóias a juros bem mais baixos ainda? Nesse caso, você pega esse novo empréstimo e quita o anterior. A dívida vai continuar, só que a juros bem menores do que antes. Outra opção é o empréstimo consignado, se você é servidor público ou aposentado.

3) Renegocie com cada um dos seus credores: como é impossível fabricar dinheiro e como você não pode deixar de comer nem de pagar as contas básicas de água, de luz e a da casa própria, as outras que estiverem em atraso, você deve procurar o credor. Não finja que as cartas de cobrança não chegaram. Vá até à loja ou ao banco e renegocie sua dívida de um modo que seja possível pagá-la. Mostre sua situação de momento e diga claramente que deseja quitar o débito, mas que precisa ser de uma maneira que não volte a comprometer suas finanças no futuro. Se você quer pagar, tenha certeza de que seu credor deseja receber também. E ele sabe que se não fizer um acordo que seja realmente possível para você, ele não vai ver um único centavo. Ou seja, a renegociação é boa para todo mundo.

Na semana que vem, vou dar mais algumas dicas. Mas veja se, com essas, não é possível resolver, pelo menos, parte do problema.

E antes de terminar, preciso ressaltar dois pontos: nunca deixe seu nome “sujo” no SPC. Procure, de toda maneira, resolver suas pendências para “limpá-lo”. Seu nome é o seu maior patrimônio.

E o outro: quando você sair dessa situação de superendividamento, não volte a comprar sem antes pensar muito nas suas aquisições: se são possíveis dentro do seu orçamento e se até são realmente necessárias. Aprenda com os seus erros!

Ronaldo Robim na mídia



terça-feira, 12 de julho de 2011

Dentes também sofrem erosão


Carlos Dantas*

Por muitos anos, a cárie e as doenças ligadas à gengiva foram os maiores problemas bucais. Eram os principais objetos de estudo de clínicos e pesquisadores. Mas com a inserção de flúor na água e graças à maior divulgação de técnicas de escovação, os casos de cárie e de gengivites ficaram mais raros e, detectados precocemente, com a ida periódica ao dentista, a opção pela extração, por exemplo, caiu quase à zero.

Mas agora, as pessoas enfrentam uma nova ameaça: a erosão dentária. Trata-se da perda da estrutura química do esmalte dos dentes. Ocorre em virtude da ação de ácidos e não por origem bacteriana, como muitos presumem. Além dos danos estéticos, ocasiona muita dor.


A erosão dentária é muito comum em crianças e adolescentes. Seduzidos pela alimentação moderna, rica em bebidas e alimentos ácidos, como refrigerantes à base de cola – até mesmo os diet. e os light - e sucos, naturais ou industrializados, de frutas cítricas, ficam mais sujeitos a sofrer desse mal.

O mesmo ocorre com quem sofre de anorexia e bulimia nervosas, devido aos constantes vômitos. O suco gástrico produzido pelo vômito é extremamente ácido e o contato desse líquido com os dentes provoca uma verdadeira destruição do esmalte dentário.

Os primeiros sinais da erosão são dentes sensíveis que, ocasionalmente, quebram  pequenos pedaços de suas  pontas, geralmente uma superfície desgastada de coloração  azulada. Na superfície do dente se forma uma coloração  alaranjada de aparência polida e brilhante. Isso ocorre por causa da perda do esmalte dentário.   


Uma importante questão que pode ser resolvida facilmente e que ajuda na preservação dos dentes é a verificação do teor de flúor no creme dental utilizado, que deve ser acima de 1300 PPM, e não pode ser abrasivo, ou seja, é não pode provocar atrito. Uma maneira simples de avaliar essa abrasividade é colocar um pouco do creme dental entre as pontas dos dentes da frente e arrastar um ao outro. Se sentir uma sensação de que os dentes estão sendo lixados é porque esse creme é abrasivo. A solução é simples: comprar o de outra marca.

Existem seis tipos de erosão dental, que vão desde pequenas valas na superfície do dente que, se não tratadas, podem evoluir à perda total, com exposição de sua estrutura interna, chamada de polpa.  

Os adolescentes, que consomem muito refrigerantes e ingerem alimentos ácidos, apresentam danos até o grau 4. No caso dos pacientes com bulimia ou anorexia, o problema pode chegar até o nível 6.

Dependendo da classificação da erosão, a solução pode ser desde um simples canal ou restauração com resina, até um tratamento definitivo com a colocação de facetas de porcelana. O tratamento deve ser realizado por um especialista em prótese dentária ou em dentística restauradora. Os materiais utilizados são, basicamente, de resina.

*Especialista em implantodontia e em prótese pela Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de Bauru


Margutta na mídia



segunda-feira, 11 de julho de 2011

“Cronistas do Futuro” elegem a empada de banana


Por Carlos Pinho

Os cronistas do futuro, que ontem acompanharam o clássico Fluminense X  Flamengo, elegeram a melhor empada saboreada no intervalo do jogão, válido pelo Campeonato Brasileiro. A vencedora, na visão de nossos cronistas, foi a de banana. Mas a escolha não foi fácil: “Todas estavam uma delícia”, declarou Fábio Augusto, de 13 anos.  

O projeto “Cronistas do Futuro” é uma iniciativa da Casa da Empada com a Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) com objetivo de estimular a formação de novos jornalistas esportivos.

No jogo, o Fluminense até que tentou superar a ausência de seu ídolo, o argentino Dario Conca, com muita vontade. Só que a organização tática rubro-negra e seu inspirado goleiro Felipe falaram mais alto na partida vencida pelo Flamengo por 1 a 0, com gol de Willians.

Willians cabeceia para marcar o gol da vitória rubro-negra

Para Bernardo Nelles, de 10 anos, a melhor equipe, apesar da derrota, foi o Fluminense. Luan Borges, de 14 anos, elegeu o meia Souza como o craque do duelo: “Eu achei o jogo de nível regular e merecia terminar empatado. Mas ganha o time que faz gol. Não adianta pressionar sem botar a bola na rede”, destacou. Gabrielli Aguiar, de 14 anos, classificou a arbitragem de Rodrigo Nunes de Sá como ruim. Mesmo ponto de vista teve Gabriela Rodrigues, de 12 anos: “Achei que o trio de arbitragem foi bem rigoroso com o Flamengo”. Fábio Augusto, de 13 anos, ressaltou a necessidade do tricolor repor à altura a vaga de Conca: “O Deco seria um ótimo substituto, mas não é confiável, só vive machucado. Se não se reforçar, o Fluminense vai brigar para não cair”, afirmou categoricamente.  


O próximo encontro dos “Cronistas do Futuro” vai ser no dia 31 de julho, quando o tricolor das Laranjeiras receberá o Ceará. Nas próximas duas semanas, o Engenhão será palco dos Jogos Mundiais Militares.