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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Oklahoma na mídia
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quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Oklahoma na mídia
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quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Oklahoma na mídia
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Carlos Alberto de Pinho Junior
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013
A volta por cima do mais querido
Por Gabriel
Cardoso
Salve,
Nação! Não poderia haver uma conjuntura melhor do que a atual para escrever
sobre o Mengão. Campeão da Copa do Brasil, melhor time do Rio de Janeiro na
temporada e, de quebra, classificado para disputar uma tal de “Libertadores da
América” no ano que vem. Pois é! Podem secar, chorar, espernear, nos tirar
quatro pontos, mas não adianta. É indiscutível que o Flamengo se superou mais
uma vez e provou a sua grandeza. Tropeçamos no campo, mas voltamos a ficar de
pé nesse mesmo campo. E tudo isso para coroar a volta por cima de um time
desacreditado, dado como morto pelos rivais e que já chegava ao seu quarto
técnico no ano sem qualquer perspectiva de mudança.
Ainda
assim, precisamos ser sinceros e admitir que apesar de o time ter vencido, com
todos os méritos, a Copa do Brasil, não conseguiu embalar no Brasileirão. Na
Copa do Brasil, a camisa pesou, a torcida entrou em campo, “deixaram chegar”,
contudo, só isso, não será suficiente pra alçar voos mais altos em 2014,
principalmente em uma competição de nível internacional como a Libertadores. A
tradição sempre fala alto, mas é preciso respeitar seus limites. E é inegável
que, em termos de infraestrutura, o Flamengo, bem como os outros cariocas,
deixa muito a desejar. Uma estrutura sólida com uma administração firme seria
meio caminho andado para conquistar títulos. E se o Flamengo já é o que é com
os superpoderes do Manto Sagrado e uma administração regular, imagina o que
poderemos conquistar se o clube se estruturar adequadamente? Felizmente,
algumas mudanças começaram a surgir: maior número de sócios, mesmo que no
embalo da Copa do Brasil, elevação das receitas, controle de gastos e quitação
de dívidas. A gestão de Bandeira de Melo parece estar no caminho certo para
colocar o nosso rubro-negro em seu devido lugar.
Em
contrapartida, certas coisas precisam ser mantidas como estão. Jayme de Almeida
esteve impecável à beira do gramado e deu uma nova cara ao Flamengo, após a
conturbada saída de Mano Menezes; de contrato renovado, é figurinha carimbada
para permanecer na Gávea no próximo ano e responsável direto pelas nossas
alegrias. Jogadores como Elias, Amaral, Paulinho, Wallace e Hernane precisam
ter seus vínculos devidamente regularizados ou estendidos para se manterem no
time, pois são peças-chave em seus setores. E a diretoria precisa pesquisar o
mercado para trazer peças para as laterais, já que, na direita, nosso querido
capitão Léo Moura precisa de uma sombra e, na esquerda, a Avenida João Paulo
foi inaugurada. Precisamos de um meia clássico para dar aquela cadência que
falta na ligação entre o meio e o ataque – e que, de preferência, seja digno de
vestir a 10 do Galinho – e, para fechar, um bom atacante. Nem de longe para substituir
nosso artilheiro, Hernane, mas para compor elenco, já que Marcelo Moreno não
tolera esquentar o banco de reservas, onde estava merecidamente.
E,
claro, é obrigatório que, para o ano que vem, haja um equilíbrio maior no
desempenho das funções: o coração dos jogadores precisa estar sempre na ponta
das chuteiras, mas o dos torcedores não pode ficar vindo à boca em todos os
jogos. Nós não merecemos. Aliás, uma das coisas que percebi enquanto torço pelo
Flamengo é que não tenho problemas cardíacos. Passei por todo tipo de teste em
menos de um semestre neste ano de 2013 e sei que estou preparado para as
competições no ano da Copa. E vocês? Vão separando seus santinhos e aspirinas,
porque mês que vem eu volto. Até a próxima, Nação, e saudações rubro-negras!
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O futebol carioca
Por Ribamar Filho
Vamos, a partir de amanhã, publicar
artigos de torcedores de cada um dos quatro grandes clubes de futebol do Rio de
Janeiro. E, a cada mês, esses mesmos cronistas vão participar do blog da MercadoCom
fazendo comentários sobre seus respectivos times.
A iniciativa tem por objetivo discutir o
futebol do nosso estado e levantar algumas sugestões para alavancá-lo. Um
problema que certamente deverá ser abordado é a falta de estrutura dos quatro e
suas enormes dívidas. Perdemos feio para outros grandes centros. Ganhamos ainda
campeonatos em nível nacional mais pela força das nossas camisas do que por
organização e planejamento.
A ordem de entrada dos artigos vai ser a
seguinte: Flamengo, Vasco da Gama, Fluminense e Botafogo. E fica a nossa
torcida para que os quatro, no ano que vem, em diferentes frentes, engrandeçam
o nome do Rio de Janeiro.
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segunda-feira, 4 de março de 2013
“Cronistas do Futuro” na primeira vitória alvinegra sobre o Flamengo no Engenhão
Por Lucas Flores
No 60º aniversário de Zico, o
Galinho de Quintino, maior ídolo da história do Flamengo, quem ganhou o
presente foi a torcida do Botafogo. A vitória por 2 a 0 interrompeu a série
invicta do time da Gávea em 2013 e levou o Botafogo à final da Taça Guanabara,
domingo que vem, diante do Vasco da Gama.
O jogo foi repleto de emoção, com
grandes jogadas e defesas espetaculares. O torcedor, que acompanhou o clássico,
saiu do Engenhão entusiasmado, mais ainda os botafoguenses, é claro! Foi a
primeira vitória alvinegra sobre o arquirrival em seu próprio estádio.
E o que não poderia faltar era a
presença dos cronistas do futuro! Mateus Delfim Rocha, de 12 anos, acompanhou a
partida e se surpreendeu com o resultado. Para Mateus, a grande campanha
rubro-negra na primeira fase continuaria no mata-mata, e a equipe passaria com
certa facilidade pelo Botafogo.
Mateus considerou a atuação do
trio de arbitragem ruim, invertendo marcações e prejudicando as duas equipes,
mas sem tirar o brilho do espetáculo. “Foi uma boa partida, com ótimas atuações
das duas equipes. O destaque do Flamengo foi Rafinha, que, mais uma vez, deu
trabalho à defesa adversária. Do lado do Botafogo, quem apresentou o melhor
futebol foi Vitinho. Entrou bem, dando velocidade ao contra ataque. E selou a
vitória já nos acréscimos”, analisa Mateus, que se divertiu acompanhando o
clássico, além de se deliciar com a empada de frango, sua preferida.
![]() |
| Vitinho comemora o gol que selou a vitória alvinegra no clássico |
O
Projeto “Cronistas do Futuro” é uma ação da ACERJ (Associação dos Cronistas
Esportivos do Rio de Janeiro) em parceria com a Casa da Empada. Todo domingo,
no Engenhão, a garotada se reúne para acompanhar e comentar as partidas e ainda
aproveitam o intervalo para deliciar as saborosas redondinhas.
No
próximo domingo, vamos acomanhar a grande final da Taça Guanabara: Vasco da
Gama X Botafogo. E os cronistas do futuro estarão, mais uma vez, presentes!
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Zico
Meu
grande amigo Pedro Motta Gueiros, um dos mais brilhantes e competentes
jornalistas do nosso país, escreveu hoje, no caderno de esportes de “O Globo”,
um artigo sobre o Zico, que faz 60 anos nesse final de semana. Pedrinho, meu
rapaz, apesar de eu ser tricolor de coração, você me fez chorar. Que
sensibilidade a sua, cara!
Gente, o Pedro é Mengão, é óbvio! Ele acompanhou, como eu, os tempos brilhantes daquele time mágico do Flamengo em que a estrela da companhia era o “Galinho de Quintino”. Enquanto o Pedro se esbaldava de alegria com o camisa 10 da Gávea, eu (pobre de mim) sofria a cada gol daquele time memorável, principalmente quando era contra o meu Fluminense.
Mas todos nós, Pedro, eu e você, nos encontramos nas esquinas dessa vida com os nossos prazeres e nossas angústias. E é sobre isso o artigo desse jornalista, que aprendi a admirar desde muito jovem, nas nossas peregrinações pelo querido Jornal do Commercio, onde tive o prazer de conhecê-lo.
Vale muito a pena ler a coluna hoje do magnífico Fernando Calazans. O Pedro está assinando, de modo interino, na ausência do mestre, como ele já fez questão de ressaltar no dia em que a escreveu pela primeira vez na semana passada.
Mas chega de tanta rasgação de seda. Peço licença ao amigo Pedro e transcrevo, na íntegra, sua coluna de hoje:
Gente, o Pedro é Mengão, é óbvio! Ele acompanhou, como eu, os tempos brilhantes daquele time mágico do Flamengo em que a estrela da companhia era o “Galinho de Quintino”. Enquanto o Pedro se esbaldava de alegria com o camisa 10 da Gávea, eu (pobre de mim) sofria a cada gol daquele time memorável, principalmente quando era contra o meu Fluminense.
Mas todos nós, Pedro, eu e você, nos encontramos nas esquinas dessa vida com os nossos prazeres e nossas angústias. E é sobre isso o artigo desse jornalista, que aprendi a admirar desde muito jovem, nas nossas peregrinações pelo querido Jornal do Commercio, onde tive o prazer de conhecê-lo.
Vale muito a pena ler a coluna hoje do magnífico Fernando Calazans. O Pedro está assinando, de modo interino, na ausência do mestre, como ele já fez questão de ressaltar no dia em que a escreveu pela primeira vez na semana passada.
Mas chega de tanta rasgação de seda. Peço licença ao amigo Pedro e transcrevo, na íntegra, sua coluna de hoje:
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
“Cronistas do Futuro” nos 100 anos de Flamengo X Botafogo
Por Lucas Flores
Flamengo e Botafogo, líderes de
seus grupos, puseram ontem, lado a lado, o estreante Carlos Eduardo e o craque
Seedorf, os dois camisas 10, no clássico do Engenhão que marcou os 100 anos do
confronto.
O jogo, vencido pelo Flamengo por
1 x 0, definiu a classificação do rubro-negro para as semifinais como primeiro
colocado do grupo B. E, apesar da derrota, o Botafogo permanece na liderança do
grupo A.
![]() |
| Enzo, cronista do futuro, no clássico Flamengo x Botafogo |
Para Enzo, a zaga bem postada, o
alto índice de aproveitamento do artilheiro Hernane e mais uma boa exibição do
jovem promissor Rafinha, definiram o resultado: “Aproveitando a velocidade e
habilidade que tem, e ainda ajudando a compor a marcação, o Rafinha ajudou o
Flamengo a conquistar mais uma vitória e foi novamente o craque do jogo”.
O Projeto “Cronistas do Futuro” é
uma ação da ACERJ (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) em
parceria com a Casa da Empada. Todo domingo, no Engenhão, a garotada se reúne
para acompanhar e comentar as partidas e ainda aproveitam o intervalo para
deliciar saborosas empadas. Enzo adorou a de frango.
No próximo domingo, teremos a
última rodada da Taça Guanabara e a definição dos demais classificados para as
semifinais!
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Moda Retrô na mídia
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Viva o futebol brasileiro!
Por Rufino Carmona
Meio desanimado, depois da derrota do meu tricolor, quase não vejo Santos X Flamengo. Que heresia eu iria cometer. Esse jogo me lembrou das histórias que meu pai contava, e ainda conta, sobre o Santos de Pelé, que tomava 4 e fazia 5. É pai, só que, dessa vez, quem fez 4 foi o Santos. O Flamengo fez os 5.
O que foram as atuações de Ronaldinho Gaúcho e de Neymar? Se o Gaúcho jogasse sempre assim...isso já é outra conversa. Sem qualquer desmerecimento à vitória rubro-negra, até porque foi irretocável, digna dos tempos de Zico, o gol da noite foi o terceiro do Santos, de Neymar. Duvido que o Santos segura o garoto depois disso. Tudo bem que o gol de falta de Ronaldinho foi uma daquelas façanhas que só os grandes craques protagonizam. Mas, ao meu ver, não tem como compará-lo com um gol em que várias peças funcionaram e o brilhantismo da jovem estrela santista que fez umas coisas lá que não dá nem para entender como é possível para simples mortais como eu.
Quando o Santos fez 3 a 0, com 26 minutos, eu pensei que seria uma daquelas goleadas históricas. Mas o Flamengo que já não é Flamengo há muito tempo, se recuperou como Flamengo. E empatou como Flamengo. E depois de levar outra virada, virou o jogo, em plena Vila Belmiro , como Flamengo. Quem foi o Santos de Pelé ontem foi o Flamengo, que se não teve um Pelé, em seu passado, teve um certo Zico e hoje, guardadas as devidas proporções, tem um certo Gaúcho.
Olha, até agora eu não entendi direito porque eu assisti a esse jogo. É que quando o Fluminense perde, eu fico tão desanimado que desligo a televisão e tento dormir o mais rapidamente possível. Mas, dessa vez, foi fácil esquecer a derrota do Flu. O futebol é maior que qualquer paixão clubística. Foi realmente um grande prazer ter permanecido acordado. E viva o futebol brasileiro!
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
“Cronistas do Futuro” elegem a empada de banana
Por Carlos Pinho
Os cronistas do futuro, que ontem acompanharam o clássico Fluminense X Flamengo, elegeram a melhor empada saboreada no intervalo do jogão, válido pelo Campeonato Brasileiro. A vencedora, na visão de nossos cronistas, foi a de banana. Mas a escolha não foi fácil: “Todas estavam uma delícia”, declarou Fábio Augusto, de 13 anos.
O projeto “Cronistas do Futuro” é uma iniciativa da Casa da Empada com a Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) com objetivo de estimular a formação de novos jornalistas esportivos.
No jogo, o Fluminense até que tentou superar a ausência de seu ídolo, o argentino Dario Conca, com muita vontade. Só que a organização tática rubro-negra e seu inspirado goleiro Felipe falaram mais alto na partida vencida pelo Flamengo por 1 a 0, com gol de Willians.
Para Bernardo Nelles, de 10 anos, a melhor equipe, apesar da derrota, foi o Fluminense. Luan Borges, de 14 anos, elegeu o meia Souza como o craque do duelo: “Eu achei o jogo de nível regular e merecia terminar empatado. Mas ganha o time que faz gol. Não adianta pressionar sem botar a bola na rede”, destacou. Gabrielli Aguiar, de 14 anos, classificou a arbitragem de Rodrigo Nunes de Sá como ruim. Mesmo ponto de vista teve Gabriela Rodrigues, de 12 anos: “Achei que o trio de arbitragem foi bem rigoroso com o Flamengo”. Fábio Augusto, de 13 anos, ressaltou a necessidade do tricolor repor à altura a vaga de Conca: “O Deco seria um ótimo substituto, mas não é confiável, só vive machucado. Se não se reforçar, o Fluminense vai brigar para não cair”, afirmou categoricamente.
O próximo encontro dos “Cronistas do Futuro” vai ser no dia 31 de julho, quando o tricolor das Laranjeiras receberá o Ceará. Nas próximas duas semanas, o Engenhão será palco dos Jogos Mundiais Militares.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
"Cronistas do Futuro" no Clássico da Rivalidade
Foto: Alexandre Vidal - Fla Imagem
Por Carlos Pinho
Você sabia que, historicamente, o jogo entre Flamengo e Botafogo ficou consagrado como o Clássico da Rivalidade? Esse título foi criado na década de 1960, mas caiu no esquecimento. No entanto, a magia dessa partida de tanta tradição no futebol brasileiro é eterna e os "Cronistas do Futuro" acompanharam cada lance desse confronto.
André Oliveira, de 13 anos, assim analisou a partida: “jogo de pouca criatividade. O time do Flamengo foi mal escalado. Luxemburgo, com medo, não fez as alterações no tempo certo. A partida não fez jus a um clássico desse porte”.
Para Rodrigo Liberato, de 9 anos, apesar de o Flamengo ter atuado melhor, na sua visão, o camisa dez rubro-negro, Ronaldinho Gaúcho, precisa melhorar e muito.
Na opinião de Juliana Alves, de 8 anos, o melhor jogador da partida foi o lateral direito Alessandro, do Botafogo, e, na sua avaliação, a arbitragem de Felipe Gomes da Silva foi regular.
Sobre a atuação alvinegra, Fábio Augusto, de 13 anos, declarou: “o Botafogo jogou bem, vem melhorando, mas não aproveitou as chances nem a vantagem de ter um jogador a mais desde o primeiro tempo”.
O projeto "Cronistas do Futuro" é uma parceria entre a Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) com a Casa da Empada e tem o intuito de dar voz à garotada que se amarra em futebol. No intervalo da partida, deliciam-se com saborosas empadas.
No próximo domingo, o Botafogo vai receber o Grêmio, no Engenhão, e os cronistas estarão de olho novamente!
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
"Cronistas do Futuro" no adeus a Pet
Por Carlos Pinho
Os nossos cronistas do futuro, que estiveram ontem no Engenhão, presenciaram o adeus de um daqueles monstros sagrados do futebol mundial. Às vezes, meio ranzinza, outras vezes, até brincalhão, o fato é que Petkovic vai deixar muita saudade entre tricolores, vascaínos e, principalmente, nos rubro-negros. Pelo Flamengo, time pelo qual mais vezes atuou no futebol brasileiro, foi responsável por comandar a equipe em títulos históricos, como aquele tri campeonato de 2001, quando balançou as redes aos 43 minutos do segundo tempo e no Brasileirão de 2009, quando poucos acreditavam em tamanha façanha.
Pelo que jogou ontem nos primeiros 45 minutos diante do Corinthians bem que o Flamengo podia contar com o seu futebol por, pelo menos, mais um ano. Mas o "projeto" do Luxa não permite tal investida. Uma pena. Foi um colírio vê-lo atuar como nos bons tempos. E olha que todos achavam um perigo escalá-lo em uma partida oficial, já que não atuava desde o último jogo do Brasileirão do ano passado.
O cronista do futuro, Fábio Augusto, de 13 anos, comentou comigo que o "gringo" teria condições técnicas e físicas para jogar por muito mais tempo: "Apesar da idade e do tempo sem jogar, o Pet teve ótima atuação, dando lançamentos e colocando os companheiros na cara do gol. Ele melhorou o toque de bola da equipe". Esse garoto entende!
Para Fábio, após a saída do sérvio, o Flamengo caiu de produção. Pet, segundo ele, foi o craque do jogo e o Flamengo merecia sair de campo com a vitória. Mas o placar acabou ficando em 1 a 1.
Cabe aqui, nosso agradecimento à Casa da Empada, que vem apoiando, desde 2009, os "Cronistas do Futuro", essa brilhante iniciativa da Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro), que leva sempre a garotada para assistir e comentar os jogos de futebol aos domingos no Engenhão.
E para o sérvio Petkovic, o nosso muito obrigado pela enorme contribuição prestada ao esporte bretão em toda sua carreira.
Pet sai de campo para entrar na história do futebol mundial!
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sexta-feira, 13 de maio de 2011
Uma viagem pelo Ceará
Pedra furada, na praia de Jericoacoara, uma das principais atrações do litoral cearense.
Eu sou de uma terra que o povo padece
Mas não esmorece e procura vencer.
Da terra querida, que a linda cabocla
De riso na boca zomba no sofrer
Não nego meu sangue, não nego meu nome
Olho para a fome, pergunto o que há?
Eu sou brasileiro, filho do Nordeste,
Sou cabra da Peste, sou do Ceará.
Mas não esmorece e procura vencer.
Da terra querida, que a linda cabocla
De riso na boca zomba no sofrer
Não nego meu sangue, não nego meu nome
Olho para a fome, pergunto o que há?
Eu sou brasileiro, filho do Nordeste,
Sou cabra da Peste, sou do Ceará.
Patativa do Assaré
O bonde sem freio do favoritíssimo Flamengo, de Ronaldinho Gaúcho, caiu diante da "carroça desembestada" do Ceará, que conquistou sua classificação para as semifinais da Copa do Brasil. E por meio da maior paixão popular do país, o futebol, os olhares incrédulos dos brasileiros se voltam para o Ceará, estado com uma história riquíssima, com grandes serviços prestados à cultura nacional, de belíssimas praias e de uma vasta miscigenação popular.
Macunaíma, quadro do pintor cearense Aldemir Martins
Celeiro de grandes talentos nas artes, como Chico Anysio, Renato Aragão, Raimundo Fagner, Patativa do Assaré e Belchior, o estado nordestino ficou historicamente conhecido por sua sociedade rural baseada na pecuária. E apesar desse panorama ter mudado a partir da década de 1960, com o início do processo de industrialização e urbanização na região, o passado camponês manteve as suas raízes na memória popular.
É por isso que ao contrário dos cariocas, que comparam seus times de futebol a veículos como trem e bonde, os cearenses apelidaram o Vozão - como carinhosamente é conhecido o time do Ceará - a uma “carroça desembestada”. Mas, como o futebol é um esporte democrático, a carroça atropelou o bonde.
Washington comemora o gol que classificou o Ceará na Copa do Brasil.
E vamos terminar a postagem com um Você Sabia:
Você sabia que o Ceará declarou a abolição da escravatura em sua província em 1884, quatro anos antes da assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel?
Jornal abolicionista "O Libertador", de 25 de março de 1884.
Pois é! Uma grande lição para todo o país àquela altura de nossa história.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Torcida perde a paciência com Ronaldinho
Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo
Desde que chegou ao Flamengo, em janeiro, o meia Ronaldinho Gaúcho passa pelo seu pior momento com a torcida rubro-negra. As atuações abaixo da média, para um jogador do seu status e salário, eram esquecidas por muitos torcedores, satisfeitos com a invencibilidade da equipe e com o título estadual.
Entretanto, o empate contra o Horizonte-CE, no Engenhão, já começou a estremecer a relação. Ontem, em casa, veio a gota d’água. Em mais uma atuação apagada do “craque”, o Flamengo jogou mal e foi facilmente envolvido pelo Ceará, que venceu a partida pelo placar de 2 a 1. Ronaldinho saiu de campo vaiado e com a sensação de que precisa mostrar muito mais.
O Flamengo é um gigante que se alimenta de vitórias. E apenas nome e prestígio não são capazes de agradar a nação. Passado pode até impor respeito por algum tempo. No entanto, não entra em campo.
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
"Cronistas do Futuro" no título invicto do Flamengo
A final da Taça Rio foi acompanhada, com toda atenção, pelos cronistas do futuro ontem no Engenhão. No “clássico das multidões”, como é mais conhecido Flamengo e Vasco, o Gigante da Colina precisava vencer para chegar à decisão do campeonato. Já para os rubro-negros, uma simples vitória, garantiria não somente o título da Taça Rio, mas também o título estadual por antecipação. E foi o que aconteceu: o Flamengo, de forma invicta, foi o campeão Carioca de 2011.
Para o cronista do futuro, Bruno Alexandre, de 14 anos, a equipe vascaína foi superior no jogo, no entanto, não conseguiu transformar a superioridade em gols. Para ele, os destaques da partida foi o zagueiro Dedé e a falta de pontaria dos vascaínos nas penalidades.
André Oliveira da Cruz, de 14 anos, destacou o baixo nível técnico da partida: “o jogo teve poucas finalizações e estava muito cadenciado. Tecnicamente, foi fraco”. E analisou a atuação do campeão Flamengo: ”o time piorou com a volta do Ronaldinho”.
Segundo Pyetra Seixas, de 10 anos, a arbitragem, de Luiz Antônio Silva Santos, foi boa e as expulsões de Allan (Vasco) e Willians (Flamengo), justas. Leonardo de Freitas, de 10 anos, considerou a atuação rubro-negra regular.
Fábio Cordeiro, de 13 anos, analisou o clássico: “O Vasco foi melhor do que o Flamengo. O Ronaldinho estava apagado, sumido do jogo e não foi bem. Para o Vasco, faltava finalização, mas as jogadas estavam sendo criadas e merecia a vitória”.
O projeto “Cronistas do Futuro” é uma parceria da Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) com a Casa da Empada com o objetivo de desenvolver a análise e o debate entre a garotada por meio do esporte mais popular do mundo, o futebol. No intervalo, eles repõem as energias saboreando deliciosas empadas.
Parabéns ao grande campeão Carioca de 2011, o Clube de Regatas do Flamengo, que chega ao 32º título estadual da sua história.
E os "Cronistas do Futuro" voltam, daqui a três semanas, no Campeonato Brasileiro.
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
"Cronistas do Futuro" marcaram presença no clássico do Engenhão
Jogadores prestam homenagem às vítimas do atentado em Realengo
Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo
Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo
Por Rodrigo Shampoo
O que está acontecendo com os clássicos cariocas? O duelo entre Flamengo e Botafogo, vencido pelo time rubro-negro por 2 a 0, foi mais um exemplo de partida sem graça entre os grandes do Rio.
No primeiro tempo, somente uma jogada de perigo para cada lado, além do gol de Thiago Neves para o Flamengo. O Botafogo, apesar de ter mais posse de bola, mostrou extrema ineficiência no meio campo e repetiu incessantemente as bolas alçadas na área procurando El Loco Abreu.
Já no segundo tempo, o marasmo permaneceu, mas com um aumento significativo da violência em campo. Arévalo Rios e David mereciam ter sido expulsos em lance que o árbitro contemporizou. A jogada mais emocionante da segunda etapa, pelo lado alvonegro, ficou por conta de um chute de longe de Marcelo Mattos, que assustou o inseguro goleiro do Fla. E do lado rubro negro, mais um gol de Thiago Neves.
O cronista mirim, André Oliveira Cruz, que participa do projeto "Cronistas do Futuro", fruto de parceria entre a ACERJ e a Casa da Empada, analisou a partida com total imparcialidade. Ele saiu insatisfeito com a atuação do seu time, apesar da vitória. "Nenhuma das duas equipes mereceria a vitória. O jogo deixou muito a desejar. O Flamengo saiu vitorioso apenas por causa do talento individual de um jogador, o Thiago Neves”.
O Estadual desse ano é um verdadeiro desfile de craques: Ronaldinho Gaúcho, Thiago Neves, Loco Abreu, Fred, Deco, Conca, Diego Souza , Felipe entre outros. Se por um lado está recheado de grandes jogadores, por outro lado o confronto entre os grandes clubes está devendo em emoções. O que está faltando para os craques deslancharem com excelentes exibições e transformar os duelos em jogos mais emocionantes?
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Cronistas do Futuro comentam o Fla X Flu
Por Carlos Pinho
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| Os craques não brilharam como o esperado Crédito: foto de Ivo Gonzalez |
Flamengo e Fluminense fizeram o primeiro clássico da Taça Rio sob o olhar atento dos Cronistas do Futuro. Para a alegria da garotada, que estava praticamente no meio da torcida tricolor, muito pó de arroz e chuva de papéis picados na entrada do time no gramado. Mas o jogo não saiu do 0 a 0. E os cronistas do futuro acompanharam até o fim esse clássico de tantas tradições.
O projeto “Cronistas do Futuro” reúne jovens entre 7 e 14 anos com o objetivo de fazer uma análise das partidas disputadas no estádio Olímpico João Havelange, o popular Engenhão. Dão notas para os atores do espetáculo da bola, os jogadores. Escolhem o craque e comentam o jogo. No intervalo, repõem as energias saboreando as deliciosas empadas da Casa da Empada.
Na opinião de Caio Moneró, de 10 anos, o Fluminense começou melhor, teve chance de abrir o placar, mas o Flamengo acabou melhorando no segundo tempo. Torcedor do Fluminense, arriscou um placar para a partida decisiva contra o América do México, pela Copa Libertadores: 2 a 1.
Na visão de Marco Moneró, de 10 anos, o Fluminense dominou a partida, teve mais posse de bola. Apesar disso, o melhor jogador da partida, na sua opinião, foi Ronaldinho Gaúcho. E a empada de que mais gostou foi a de queijo.
Vinícius Diniz, de 9 anos, deu nota 7 para a atuação do Flamengo. Para ele, mesmo com os bons resultados, a equipe ainda precisa melhorar um pouco. A sua empada predileta é a de frango.
Fábio Augusto, de 12 anos, não poupou elogios ao Projeto Cronista do Futuro: “É um ótimo projeto, pois dá espaço para os nosso comentários. E as empadas são muito gostosas. A Acerj e a Casa da Empada estão de parabéns”!
O rubro-negro, com o empate, mantém-se na liderança do Grupo A, com 7 pontos. Enquanto o Fluminense é o segundo colocado do Grupo B. No próximo domingo, teremos Botafogo X Vasco da Gama e os nossos Cronistas do Futuro estarão no Engenhão, analisando cada lance.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
O desfile do Gaúcho
Uma semana antes do Carnaval, Ronaldinho comanda
o baile e Fla conquista sua 19ª Taça Guanabara
o baile e Fla conquista sua 19ª Taça Guanabara
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| Fonte - www.billvaz.files.wordpress.com |
A final da Taça Guanabara teve a assinatura de Ronaldinho Gaúcho. Podem falar que ele ainda não jogou nem 10% do que pode, que gosta da noite, que isso ou que aquilo. Mas fato é que, além de fazer um lindo gol numa cobrança de falta, que deu o título ao rubro negro, ele é um ídolo. E um ídolo daqueles que chegam para ganhar o coração dos torcedores. Se não é possível compará-lo ao maior ídolo da história rubro negra, o galinho Zico, até porque foi cria da Gávea, Ronaldinho, com seu jeito cativante e irreverente, vai fazer mais crianças se converterem ao Manto Sagrado do Flamengo nos próximos anos. E isso é o que importa.
Nos últimos anos, o futebol brasileiro vem resgatando grandes ídolos, que antigamente permaneciam até o fim da carreira no futebol estrangeiro. Tudo bem que eles não voltam para cá no auge da forma. Mas ainda jogam muita bola. Quando o Flamengo trouxe Romário, ainda no auge, foi um caso isolado. Nos casos mais recentes, Ronaldo, Fred, Deco, Elano, Robinho, Adriano, Vagner Love, Roberto Carlos, entre outros retornam ao futebol brasileiro, muitos em final de carreira, mas outros para ganhar a visibilidade perdida nos gramados europeus e recuperar o tão disputado espaço na seleção brasileira.
Ontem, no jogo, a criançada que compunha o time de “Cronistas do Futuro”, projeto da Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) com o apoio da Casa da Empada, ía ao delírio quando o craque tocava na bola. A garotada faz parte de uma geração que aprendeu a ver Ronaldinho Gaúcho como um verdadeiro mestre do futebol arte. E o craque mostra, com as bolas nos pés, o porquê de tanta admiração dos pequenos.
Para o cronista do futuro, Fábio Pinho, Ronaldinho Gaúcho foi fundamental no jogo. “O Flamengo atuou com segurança, envolvendo o adversário com a movimentação de seus jogadores, mas foi o craque que fez a diferença na cobrança de falta”.
Já para Leonardo Mansor, outro cronista do futuro, a volta de um grande craque para o futebol brasileiro significa mais status para o nosso campeonato. “O campeonato brasileiro é um dos mais disputados do mundo.
Não me lembro de outra competição com tantos candidatos ao título, nem mesmo numa Copa do Mundo.”
O jogo? Bem, o jogo começou com o Flamengo buscando o ataque, como não poderia deixar de ser. E apesar de o Boavista não ter se intimidado, ao entrar em campo com um time montado ofensivamente, pouco fez para oferecer perigo à defesa rubro negra. O jogo se manteve sem fortes emoções, até que Thiago Neves sofreu uma falta próxima da área do time de Saquarema. A falta era ideal para um canhoto bater, mas eis que a maior estrela do elenco se prontifica para a cobrança.
Resultado: gol do Flamengo aos 27 minutos do segundo tempo. Gol de Ronaldinho Gaúcho. Gol que levou o time da Gávea a sua 19ª conquista da Taça Guanabara. Se o Fla vencer também o 2º turno (Taça Rio) já será campeão Carioca 2011 por antecipação. Se outro time vencer, haverá dois confrontos contra o Rubro Negro para conhecermos o campeão do estado.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Flamengo x Botafogo na visão de um rubro negro
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| Foto de Jorge William |
Assistir a uma partida na tribuna de imprensa, que fica dentro da torcida do Botafogo, tem lá as suas vantagens: é lindo ver os alvinegros chorarem novamente. Sim! Como não poderia deixar de ser, a partida válida pela semifinal da Taça Guanabara, entre Flamengo x Botafogo, foi cheia de emoções, lindas defesas, muita vontade de ambos os lados e... choradeira.
Cheguei ao Engenhão e presenciei uma empolgada torcida alvinegra, que vibrava com o pré-jogo Olaria X Nova Iguaçu, válida pela Taça Washington Rodrigues. A torcida do Flamengo, embaixo do escaldante sol carioca, estava quieta, mas quando a partida começou...
O Flamengo iniciou melhor contra um Botafogo que utilizava um paredão formado por muitos volantes e zagueiros, sem falar da velha tática de chutar a bola para a área adversária e torcer para o Loco Abreu alcançar, assim como em 2010. Mas quem fez um gol de cabeça foi o Flamengo. Na cobrança de escanteio de Thiago Neves, Ronaldo Angelim desviou de leve para balançar as redes, subindo mais do que os 347 zagueiros do Botafogo.
No intervalo, pausa para um lanche da Casa da Empada, que reabasteceu a energia para torcer por dentro, pois eu era um jornalista imparcial na tribuna da imprensa. E lá não posso vibrar, senão levo bronca da moça.
Devoradas as empadas de queijo, de frango e de maçã, a minha favorita, começou a segunda etapa. Logo vi que o panorama sem graça do primeiro tempo havia mudado, pois o Papai Joel tratou de colocar um time mais para frente com o Everton entrando no lugar de Márcio Azevedo. Logo o Glorioso alcançou o empate com Loco Abreu. Que tristeza!
O Flamengo respondeu com a entrada de Negueba, que substituiu um poste, digo, o Deivid. O menino do Flamengo atormentou Alessandro e Arévalos Rios, que ficaram tontos procurando o caniço fino do jogador rubro negro.
A partida ficou bem equilibrada e teve até seus lances perigosos com Loco Abreu e Ronaldinho Gaúcho. Os jogadores suavam sangue e eram capazes até de vender a alma para vencer a partida, dada a rivalidade agravada pelas últimas decisões.
E, por fim, pênaltis. Eis que os jornalistas debatiam: “O Flamengo tem os melhores batedores, mas o Botafogo tem o melhor goleiro”. O fato é que o Botafogo treme, seja quem for que esteja no gol rubro negro. E não deu outra. Eu estava confiante em voltar para casa com a vaga para a final, pois se o Jefferson era bom goleiro, o Felipe não ficava atrás. E se o Botafogo tinha Somália e Renato Cajá, o Flamengo tinha Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho, que nem precisaram ir para as cobranças, já que os craques alvinegros desperdiçaram.
Flamengo venceu nos pênaltis por 3x1 e consagrou Felipe como um novo herói no gol do Mais Querido. Restou para o Glorioso chorar mais uma vez pedindo pênalti e reclamando de um complô mundial para derrubá-lo. Parece choradeira. E é!
Fui para casa feliz, porque vou pegar um time bom na final. Os chorões e o time de terceira vão assistir pela TV. Já ia esquecendo do Vasco. Mas não tem graça chutar cachorro morto.
E à garotada do projeto "Cronistas do Futuro" da Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) em parceria com a Casa da Empada fica o convite para comparecem em peso no domingo que vem. É final e tem muito mais empadas.
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