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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Renasce a Estrela Solitária



Por Thiago Lima

Alô, alô torcida alvinegra! O ano de 2013 chegou ao fim e temos muito o que comemorar. É certo que não conquistamos nenhum título de expressão, mas conquistamos mais. Conquistamos, de volta, o respeito. Chega de piadinhas. Voltamos a nos impor no cenário nacional, e o melhor, no cenário mundial. Se fora de campo ainda existem vários problemas, como, por exemplo, na venda do nosso  candidato a craque, Vitinho, dentro dele os jogadores mostraram superação, união e amor ao Botafogo.

O ano não poderia ter começado de uma maneira melhor. Mais uma vez, assim como em 2010, conquistamos o Carioquinha de forma direta, incontestável, inapelável. Final, para quê, se podemos resolver tudo de maneira mais simples? Com a Taça Guanabara e a Taça Rio no bolso foi só comemorar. E o melhor de tudo, vencemos mostrando um bom futebol. Com o nosso craque holandês Seedorf dando um show, desfilando o seu talento em gramados brasileiros, enchendo os olhos dos amantes do esporte e nós, botafoguenses de corpo e alma, de orgulho.

Nosso primeiro semestre foi incrível! Mesmo com os jogadores atuando com salários atrasados, e uma parte da imprensa tentando criar um ambiente desfavorável, superamos. Nos superamos porque os atletas, mesmo sem receber, honraram a nossa camisa. Mesmo sem se concentrar antes dos jogos, honraram os seus compromissos. Fomos vencendo um a um, todos os obstáculos que foram aparecendo no caminho. Até mesmo o Engenhão nos foi tirado. Interditado, devido ao risco da cobertura cair, passamos a jogar todas as partidas “fora de casa”. Mais nem isso nos atrapalhou, não tirou o nosso brilho, o nosso foco.

Surpreendemos! Chegamos em setembro com apenas cinco derrotas no ano. Eu disse cinco derrotas em nove meses! E aí nós, que éramos apenas coadjuvantes, apenas um bom time, passamos a ser observados, passamos a ser vistos, inclusive, como um dos candidatos ao título do Brasileirão. Até que veio o primeiro duro golpe: a derrota por 3 a 0 para o Cruzeiro, jogo tido por muitos como a “decisão” do campeonato. Depois dessa, o Botafogo começou a perder o rumo. Com a saída de alguns jogadores importantes, e sem reposição, tivemos que contar com os nossos meninos da base, que se saíram muito bem diante do cenário adverso que começamos a viver. Nosso ídolo, Seedorf, caiu de rendimento, talvez por culpa do calendário criminoso, com jogos às quartas e domingos. Mas nada foi pior do que a derrota humilhante na Copa do Brasil para um Flamengo apenas mediano, que ficou às margens do rebaixamento no Brasileirão até as rodadas finais. Juntando isso às sucessivas derrotas em casa para Bahia, Ponte Preta e Grêmio, mesmo que momentaneamente, lembramos dos fantasmas do nosso passado recente, quando começávamos bem, mas sempre caíamos nos momentos decisivos.

Mas, em campo, dessa vez, a história foi outra. Com final feliz! Cavalo Paraguaio? Esqueçam essa história. Na reta final, voltamos a mostrar a garra de antes e fomos premiados com a vaga na Copa Libertadores da América, competição que há 17 anos não contava com a nossa ilustre presença. Até mesmo o twitter oficial da Libertadores nos reverencia e nos dá as boas vindas com as seguintes palavras: “Um gigante do continente está de volta!”. E é isso. O gigante alvinegro, que carrega uma estrela solitária no peito renasceu. Ano de 2013, o 13 de Zagalo. E que venha 2014! Esperança renovada, novos desafios e um cheirinho de título no ar.

Antes de me despedir, é preciso reverenciar a nossa “enciclopédia”. Perdemos o grande ídolo Nilton Santos. Foi brilhar no céu e, de lá, olhar pelo nosso Glorioso aqui embaixo.


Até a próxima. Saudações Alvinegras!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O futebol carioca



Por Ribamar Filho
Vamos, a partir de amanhã, publicar artigos de torcedores de cada um dos quatro grandes clubes de futebol do Rio de Janeiro. E, a cada mês, esses mesmos cronistas vão participar do blog da MercadoCom fazendo comentários sobre seus respectivos times.
A iniciativa tem por objetivo discutir o futebol do nosso estado e levantar algumas sugestões para alavancá-lo. Um problema que certamente deverá ser abordado é a falta de estrutura dos quatro e suas enormes dívidas. Perdemos feio para outros grandes centros. Ganhamos ainda campeonatos em nível nacional mais pela força das nossas camisas do que por organização e planejamento. 

A ordem de entrada dos artigos vai ser a seguinte: Flamengo, Vasco da Gama, Fluminense e Botafogo. E fica a nossa torcida para que os quatro, no ano que vem, em diferentes frentes, engrandeçam o nome do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 11 de março de 2013

“Cronistas do Futuro” na final da Taça Guanabara



Por Lucas Flores


Sob o olhar de mais de 32 mil pessoas, Vasco e Botafogo se enfrentaram pelo título do 1º turno do Campeonato Carioca de 2013, a tradicionalíssima Taça Guanabara. O Vasco, time de melhor campanha, entrou em campo precisando apenas de um empate para se sagrar campeão. Mas, no final, deu Botafogo!

Os cronistas do futuro presenciaram o confronto. O clima era quente dentro e fora de campo. A temperatura, superior aos 40ºC, e nada menos que 7 cartões amarelos foram distribuídos. Para a cronista Carol Palatinsky, 11 anos, a arbitragem foi rigorosa, parando demais da partida.

Se o trio teve atuação ruim, de acordo com todos os cronistas presentes, o diferencial do jogo foi a iniciativa do Botafogo. Para Thaís Palatinsky, 13 anos, a necessidade da vitória fez com que o time alvinegro buscasse o resultado o tempo todo, tendo muito mais tempo de posse de bola que os cruzmaltinos.

Para Iago Lemos, 13 anos, o gol demorou a sair porque o técnico Oswaldo de Oliveira levou muito tempo para mexer no time: “O centro-avante Rafael Marques não está bem. A entrada do Bruno Mendes seria a melhor opção”, analisou Iago.

Thaís destacou o que, ao seu ver, definiu a partida: “O Vasco entrou em campo com o pensamento de empatar. Acuado na defesa, a equipe de São Januário não apresentou um bom futebol, e não conseguiu segurar o 0 a 0 até o fim”. Para Thaís, o destaque do Botafogo foi Fellype Gabriel, que atormentou a defesa vascaína.

Carol exaltou a atuação dos goleiros e das defesas dos dois times: “Apesar de estarem bem na defesa, os times não abdicaram do ataque. Os jogadores que fazem a diferença, como o Seedorf, tiveram dificuldades de mostrar todo o talento pela atuação das duas defesas”.

Para Iago, o melhor em campo foi o zagueiro Bolívar. E para coroar a atuação da defesa do Botafogo, o gol do título saiu dos pés do lateral direito Lucas. Botafogo, campeão da Taça Guanabara 2013! Mas a grande campeã, invicta na opinião dos cronistas do futuro, foi a empada de frango, eleita novamente como a mais gostosa!

Jogadores do Botafogo comemoram a conquista da Taça Guanabara 2013


O Projeto “Cronistas do Futuro” é uma ação da ACERJ (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) em parceria com a Casa da Empada. Todo domingo, no Engenhão, a garotada se reúne para acompanhar e comentar as partidas e ainda aproveitam o intervalo para deliciar saborosas empadas.

No próximo domingo, a abertura da Taça Rio, 2º turno do Campeonato Carioca. Os “Cronistas do Futuro” vão acompanhar Fluminense X Audax Rio.

segunda-feira, 4 de março de 2013

“Cronistas do Futuro” na primeira vitória alvinegra sobre o Flamengo no Engenhão

Por Lucas Flores





No 60º aniversário de Zico, o Galinho de Quintino, maior ídolo da história do Flamengo, quem ganhou o presente foi a torcida do Botafogo. A vitória por 2 a 0 interrompeu a série invicta do time da Gávea em 2013 e levou o Botafogo à final da Taça Guanabara, domingo que vem, diante do Vasco da Gama.

O jogo foi repleto de emoção, com grandes jogadas e defesas espetaculares. O torcedor, que acompanhou o clássico, saiu do Engenhão entusiasmado, mais ainda os botafoguenses, é claro! Foi a primeira vitória alvinegra sobre o arquirrival em seu próprio estádio.

E o que não poderia faltar era a presença dos cronistas do futuro! Mateus Delfim Rocha, de 12 anos, acompanhou a partida e se surpreendeu com o resultado. Para Mateus, a grande campanha rubro-negra na primeira fase continuaria no mata-mata, e a equipe passaria com certa facilidade pelo Botafogo.

Mateus considerou a atuação do trio de arbitragem ruim, invertendo marcações e prejudicando as duas equipes, mas sem tirar o brilho do espetáculo. “Foi uma boa partida, com ótimas atuações das duas equipes. O destaque do Flamengo foi Rafinha, que, mais uma vez, deu trabalho à defesa adversária. Do lado do Botafogo, quem apresentou o melhor futebol foi Vitinho. Entrou bem, dando velocidade ao contra ataque. E selou a vitória já nos acréscimos”, analisa Mateus, que se divertiu acompanhando o clássico, além de se deliciar com a empada de frango, sua preferida.

Vitinho comemora o gol que selou a vitória alvinegra no clássico


O Projeto “Cronistas do Futuro” é uma ação da ACERJ (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) em parceria com a Casa da Empada. Todo domingo, no Engenhão, a garotada se reúne para acompanhar e comentar as partidas e ainda aproveitam o intervalo para deliciar as saborosas redondinhas.

No próximo domingo, vamos acomanhar a grande final da Taça Guanabara: Vasco da Gama X Botafogo. E os cronistas do futuro estarão, mais uma vez, presentes!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

“Cronistas do Futuro” nos 100 anos de Flamengo X Botafogo


Por Lucas Flores

Flamengo e Botafogo, líderes de seus grupos, puseram ontem, lado a lado, o estreante Carlos Eduardo e o craque Seedorf, os dois camisas 10, no clássico do Engenhão que marcou os 100 anos do confronto.

O jogo, vencido pelo Flamengo por 1 x 0, definiu a classificação do rubro-negro para as semifinais como primeiro colocado do grupo B. E, apesar da derrota, o Botafogo permanece na liderança do grupo A.

Enzo, cronista do futuro, no clássico Flamengo x Botafogo
E, como sempre, os cronistas do futuro estiveram presentes, acompanhando o último clássico da Taça Guanabara, que teve público superior a 25 mil pessoas. O cronista Enzo Monteiro Canizio, 13 anos, analisou a partida para o nosso blog: “Foi uma partida digna desse clássico de tanta tradição. Os dois times criaram muitas oportunidades e qualquer um poderia ter saído de campo com a vitória”.

Para Enzo, a zaga bem postada, o alto índice de aproveitamento do artilheiro Hernane e mais uma boa exibição do jovem promissor Rafinha, definiram o resultado: “Aproveitando a velocidade e habilidade que tem, e ainda ajudando a compor a marcação, o Rafinha ajudou o Flamengo a conquistar mais uma vitória e foi novamente o craque do jogo”.

O Projeto “Cronistas do Futuro” é uma ação da ACERJ (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) em parceria com a Casa da Empada. Todo domingo, no Engenhão, a garotada se reúne para acompanhar e comentar as partidas e ainda aproveitam o intervalo para deliciar saborosas empadas. Enzo adorou a de frango.

No próximo domingo, teremos a última rodada da Taça Guanabara e a definição dos demais classificados para as semifinais!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

“Cronistas do Futuro” na goleada alvinegra


Por Carlos Pinho

Os “Cronistas do Futuro” tiveram a honra de acompanhar ontem, no Engenhão, uma exibição de gala do Botafogo. O Vasco vinha embalado pelas últimas vitórias, mas Loco Abreu e Cia. não deram chance ao Gigante da Colina e aplicaram uma goleada de 4 a 0, fora o baile. Tudo isso com a benção do “Velho Lobo” Zagallo, homenageado pelos seus 80 anos.

Foto: Getty Images

Na visão do cronista do futuro, Alexandre de Castro, de 14 anos, o Botafogo fez uma ótima partida, com bom passe e jogadas objetivas. “A ausência de Maicossuel acabou sendo um reforço para o Botafogo”, afirmou.

Bruno Lima, de 14 anos, destacou a atuação do lateral-esquerdo do Glorioso, Cortez, e ressaltou que, apesar da derrota, a equipe comandada por Ricardo Gomes tem condições de brigar pelo título. “O Vasco tem qualidade. No jogo de hoje (ontem), o Botafogo mereceu a vitória. Mas o campeonato está em aberto e muita coisa vai acontecer”.

Fábio Augusto, de 13 anos, resumiu o panorama da partida: “o Botafogo foi superior. O Vasco tentou criar as jogadas, mas o meio campo não foi bem e a bola não chegava à dupla de ataque, que estava sumida. O alvinegro mereceu a vitória, não só pelo que jogou, mas pela competência de aproveitar as chances criadas”.

Foto: Fernando Soutello / AGIF

O projeto “Cronistas do Futuro” é uma parceria formada pela Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) e a Casa da Empada. A iniciativa tem o intuito de estimular a opinião da garotada por meio da paixão nacional, o futebol. Acompanham os jogos, debatem, dão asas aos seus comentários e, no intervalo, saboreiam as delícias da Casa da Empada.

O próximo duelo que os “Cronistas do Futuro” vão acompanhar de perto também promete fortes emoções. Será o clássico entre Vasco e Fluminense, no dia 21 de agosto, no Engenhão. E essa meninada, que sabe muito de bola, vai estar de olho em cada lance.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

"Cronistas do Futuro" no Clássico da Rivalidade

Foto: Alexandre Vidal - Fla Imagem

Por Carlos Pinho

Você sabia que, historicamente, o jogo entre Flamengo e Botafogo ficou consagrado como o Clássico da Rivalidade? Esse título foi criado na década de 1960, mas caiu no esquecimento. No entanto, a magia dessa partida de tanta tradição no futebol brasileiro é eterna e os "Cronistas do Futuro" acompanharam cada lance desse confronto.

André Oliveira, de 13 anos, assim analisou a partida: “jogo de pouca criatividade. O time do Flamengo foi mal escalado. Luxemburgo, com medo, não fez as alterações no tempo certo. A partida não fez jus a um clássico desse porte”.

Para Rodrigo Liberato, de 9 anos, apesar de o Flamengo ter atuado melhor, na sua visão, o camisa dez rubro-negro, Ronaldinho Gaúcho, precisa melhorar e muito.

Na opinião de Juliana Alves, de 8 anos, o melhor jogador da partida foi o lateral direito Alessandro, do Botafogo, e,  na sua avaliação, a arbitragem de Felipe Gomes da Silva foi regular. 

Sobre a atuação alvinegra, Fábio Augusto, de 13 anos, declarou: “o Botafogo jogou bem, vem melhorando, mas não aproveitou as chances nem a vantagem de ter um jogador a mais desde o primeiro tempo”.

O projeto "Cronistas do Futuro" é uma parceria entre a Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) com a Casa da Empada e tem o intuito de dar voz à garotada que se amarra em futebol. No intervalo da partida, deliciam-se com saborosas empadas.

No próximo domingo, o Botafogo vai receber o Grêmio, no Engenhão, e os cronistas estarão de olho novamente! 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

"Cronistas do futuro” no empate alvinegro


Carlos Pinho

Botafogo e Resende se enfrentaram pela sexta rodada da Taça Rio. E o Projeto “Cronistas do Futuro” marcou presença novamente.

Um domingo chuvoso. O público não compareceu em peso. Mas a partida era de grande importância às pretensões de classificação do alvinegro para a fase semifinal. O Resende abriu o placar com Rogério e o Botafogo igualou com o zagueiro Antônio Carlos. Resultado: um frustrante empate de 1 a 1.

O jogo marcou a estréia de Caio Junior no Engenhão. No papel, a escalação lembrava o time de Joel Santana, treinador que saiu criticado pela torcida. Na prática, a postura foi outra. .

Aproveitei para entrevistar um dos cronistas do futuro que estavam lá: Fábio Augusto, de 12 anos. Conversamos sobre a partida e sobre os rumos não só do time da Estrela Solitária, mas também das principais equipes que estão na disputa pelas quatro vagas às semifinais da taça Rio. Confira:

Carlos Pinho: Como você analisa a partida?

Cronista do futuro: “No primeiro tempo, o Botafogo teve poucas chances para marcar. Teve até posse de bola, mas não foi objetivo. O Resende jogou nos contra-ataques e até deu certo. No segundo tempo, o Botafogo ficou mais ofensivo. Mas a zaga continua com problemas”.

Carlos Pinho: Quando chegou ao Botafogo, Caio Junior prometeu uma equipe mais ofensiva, diferentemente do criticado esquema de Joel Santana. Para você, a promessa foi cumprida?

Cronista do futuro: “O time continua com três volantes. O que falta ao Botafogo é jogador. Não existem opções. Continuam apostando na bola parada. O gol do Antônio Carlos foi assim. Eles até tentaram, mas falta qualidade”.

Carlos Pinho: Na sua opinião, quem jogou melhor e quem foi o craque da partida?

Cronista do futuro: “Gostei mais do Resende. O melhor foi o Jefferson (goleiro do Botafogo)”.

Carlos Pinho: Quais equipes, na sua visão, conseguirão a classificação para as semifinais da Taça Rio?

Cronista do futuro: “No grupo A, passarão Vasco e Boavista. E no grupo B, Olaria e Fluminense”.

O projeto “Cronistas do Futuro” é uma parceria entre a Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (Acerj) e a Casa da Empada. Reúne jovens de 7 a 14 anos com o objetivo de estimular o debate e a análise das partidas realizadas aos domingos no Engenhão. As empadas, no intervalo, repõem a energia da garotada.

No próximo domingo, Botafogo e Flamengo farão um clássico de arrepiar. Os “Cronistas do Futuro” estarão de olho, sem pestanejar, comentando cada lance desse duelo decisivo.

quinta-feira, 24 de março de 2011

"Cronistas do Futuro" no Engenhão

Garotada do projeto "Cronistas do Futuro" no jogo Vasco da Gama X Botafogo no último domingo - foto de Carlos Pinho

segunda-feira, 21 de março de 2011

“Cronistas do Futuro” comentam passeio vascaíno

Diego Souza comemora gol em sua estreia no Vasco
Crédito fotográfico Maurício Val/VIPCOMM
Por Carlos Pinho

Na visão dos “Cronistas do Futuro”, o Vasco da Gama passeou ontem à tarde no Engenhão diante de um fragilizado Botafogo. A partida, por si só, já tem muita história. Mas a estreia de Diego Souza mobilizou a torcida cruzmaltina, que compareceu em maior número que a do rival. Com dois golaços, um dele próprio, de Diego e outro de Éder Luís, os 2 a 0 até que ficaram barato demais.

O cronista do futuro, Fábio Cordeiro, de 12 anos, ressaltou que a melhora do setor defensivo vascaíno foi fundamental para a vitória. Em contrapartida, o Botafogo, apesar do esquema retrancado de Joel Santana, não conseguiu segurar o Trem Bala da Colina, apelido da moda entre os torcedores.

Bruno Lima, de 14 anos, destacou o comportamento da equipe comandada por Ricardo Gomes durante as duas etapas: “Em grande parte do primeiro tempo, o Vasco foi melhor, mas não chegou a dominar o jogo. No segundo tempo, entretanto, o domínio foi total, principalmente depois da parada técnica”. Para ele, o melhor jogador da partida foi o meia Felipe.

Caroline Donadella, de 12 anos, considerou a atuação da equipe de General Severiano ruim. Mas o balanço final do jogo, na sua visão, foi bom. O estreante da noite, o meia Diego Souza, foi o craque do jogo na sua opinião.

Debatendo sobre o reencontro do Vasco do Gama com o bom futebol, perguntei ao cronista do futuro, Alexandre Lima, de 13 anos, sobre o que achava da nova formação da equipe, reforçada agora por Diego Souza: “O novo meio campo do Vasco foi muito mais criativo e movimentou-se o tempo todo. Mas faltou um homem de referência no ataque”, respondeu.

O projeto “Cronistas do Futuro” é fruto da parceria entre a Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (Acerj) e a Casa da Empada. Reúne jovens de 7 a 14 anos com o objetivo de analisar as partidas disputadas aos domingos no Engenhão. As empadas, no intervalo, repõem a energia da garotada.

Fluminense e Vasco farão, no próximo domingo, mais um clássico eletrizante pela Taça Rio. E os “Cronistas do Futuro” estarão novamente acompanhando cada jogada.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Cronistas do Futuro comentam o Fla X Flu


Os craques não brilharam como o esperado
Crédito: foto de Ivo Gonzalez
Por Carlos Pinho

Flamengo e Fluminense fizeram o primeiro clássico da Taça Rio sob o olhar atento dos Cronistas do Futuro. Para a alegria da garotada, que estava praticamente no meio da torcida tricolor, muito pó de arroz e chuva de papéis picados na entrada do time no gramado. Mas o jogo não saiu do 0 a 0. E os cronistas do futuro acompanharam até o fim esse clássico de tantas tradições.

O projeto “Cronistas do Futuro” reúne jovens entre 7 e 14 anos com o objetivo de fazer uma análise das partidas disputadas no estádio Olímpico João Havelange, o popular Engenhão. Dão notas para os atores do espetáculo da bola, os jogadores. Escolhem o craque e comentam o jogo. No intervalo, repõem as energias saboreando as deliciosas empadas da Casa da Empada.

Na opinião de Caio Moneró, de 10 anos, o Fluminense começou melhor, teve chance de abrir o placar, mas o Flamengo acabou melhorando no segundo tempo. Torcedor do Fluminense, arriscou um placar para a partida decisiva contra o América do México, pela Copa Libertadores: 2 a 1.

Na visão de Marco Moneró, de 10 anos, o Fluminense dominou a partida, teve mais posse de bola. Apesar disso, o melhor jogador da partida, na sua opinião, foi Ronaldinho Gaúcho. E a empada de que mais gostou foi a de queijo.

Vinícius Diniz, de 9 anos, deu nota 7 para a atuação do Flamengo. Para ele, mesmo com os bons resultados, a equipe ainda precisa melhorar um pouco. A sua empada predileta é a de frango.

Fábio Augusto, de 12 anos, não poupou elogios ao Projeto Cronista do Futuro: “É um ótimo projeto, pois dá espaço para os nosso comentários. E as empadas são muito gostosas. A Acerj e a Casa da Empada estão de parabéns”!

O rubro-negro, com o empate, mantém-se na liderança do Grupo A, com 7 pontos. Enquanto o Fluminense é o segundo colocado do Grupo B. No próximo domingo, teremos Botafogo X Vasco da Gama e os nossos Cronistas do Futuro estarão no Engenhão, analisando cada lance.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Flamengo x Botafogo na visão de um rubro negro

Foto de Jorge William
Por Rodrigo Shampoo

Assistir a uma partida na tribuna de imprensa, que fica dentro da torcida do Botafogo, tem lá as suas vantagens: é lindo ver os alvinegros chorarem novamente. Sim! Como não poderia deixar de ser, a partida válida pela semifinal da Taça Guanabara, entre Flamengo x Botafogo, foi cheia de emoções, lindas defesas, muita vontade de ambos os lados e... choradeira.

Cheguei ao Engenhão e presenciei uma empolgada torcida alvinegra, que vibrava com o pré-jogo Olaria X Nova Iguaçu, válida pela Taça Washington Rodrigues. A torcida do Flamengo, embaixo do escaldante sol carioca, estava quieta, mas quando a partida começou...

O Flamengo iniciou melhor contra um Botafogo que utilizava um paredão formado por muitos volantes e zagueiros, sem falar da velha tática de chutar a bola para a área adversária e torcer para o Loco Abreu alcançar, assim como em 2010. Mas quem fez um gol de cabeça foi o Flamengo. Na cobrança de escanteio de Thiago Neves, Ronaldo Angelim desviou de leve para balançar as redes, subindo mais do que os 347 zagueiros do Botafogo.

No intervalo, pausa para um lanche da Casa da Empada, que reabasteceu a energia para torcer por dentro, pois eu era um jornalista imparcial na tribuna da imprensa. E lá não posso vibrar, senão levo bronca da moça.

Devoradas as empadas de queijo, de frango e de maçã, a minha favorita, começou a segunda etapa. Logo vi que o panorama sem graça do primeiro tempo havia mudado, pois o Papai Joel tratou de colocar um time mais para frente com o Everton entrando no lugar de Márcio Azevedo. Logo o Glorioso alcançou o empate com Loco Abreu. Que tristeza!

O Flamengo respondeu com a entrada de Negueba, que substituiu um poste, digo, o Deivid. O menino do Flamengo atormentou Alessandro e Arévalos Rios, que ficaram tontos procurando o caniço fino do jogador rubro negro.

A partida ficou bem equilibrada e teve até seus lances perigosos com Loco Abreu e Ronaldinho Gaúcho. Os jogadores suavam sangue e eram capazes até de vender a alma para vencer a partida, dada a rivalidade agravada pelas últimas decisões.

E, por fim, pênaltis. Eis que os jornalistas debatiam: “O Flamengo tem os melhores batedores, mas o Botafogo tem o melhor goleiro”. O fato é que o Botafogo treme, seja quem for que esteja no gol rubro negro. E não deu outra. Eu estava confiante em voltar para casa com a vaga para a final, pois se o Jefferson era bom goleiro, o Felipe não ficava atrás. E se o Botafogo tinha Somália e Renato Cajá, o Flamengo tinha Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho, que nem precisaram ir para as cobranças, já que os craques alvinegros desperdiçaram.

Flamengo venceu nos pênaltis por 3x1 e consagrou Felipe como um novo herói no gol do Mais Querido. Restou para o Glorioso chorar mais uma vez pedindo pênalti e reclamando de um complô mundial para derrubá-lo. Parece choradeira. E é!

Fui para casa feliz, porque vou pegar um time bom na final. Os chorões e o time de terceira vão assistir pela TV. Já ia esquecendo do Vasco. Mas não tem graça chutar cachorro morto.

E à garotada do projeto "Cronistas do Futuro" da Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) em parceria com a Casa da Empada fica o convite para comparecem em peso no domingo que vem. É final e tem muito mais empadas.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Engenhão no último domingo

A repórter da Band Sports, Patrícia Chueri, e o nosso cronista do futuro Fábio Pinho

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

“Cronistas do Futuro” analisam Botafogo X Macaé

Por Carlos Pinho


Botafogo e Macaé se enfrentaram pela última rodada da 1ª fase da Taça Guanabara. Um jogo em que o Botafogo perdeu muitas chances e foi surpreendido com um empate que lhe pôs frente a frente com o Flamengo já nas semifinais. Os “Cronistas do Futuro” acompanharam mais esta partida do Cariocão, que definiu as posições do grupo B. O Fluminense terminou em primeiro e o Botafogo em segundo.

Na visão do cronista do futuro, Fábio Augusto, a partida foi tecnicamente fraca. O Botafogo iniciou com três zagueiros e desperdiçou muitas chances de gol. O Macaé, por sua vez, numa das primeiras oportunidades que teve, fez valer o ditado de que “quem não faz leva”. A partir daí, o time da Estrela Solitária teve que correr atrás do prejuízo e o Macaé tentava surpreender nos contra ataques. Mas o Botafogo conseguiu o empate, com Renato Cajá, em cobrança de falta no início do segundo tempo e ficou por isso mesmo.

Para Fabio, o melhor jogador em campo foi o goleiro Jefferson mais uma vez e o trio de arbitragem, liderado por Péricles Bassol, teve atuação ruim. Ah! O garoto saboreou três empadas da Casa da Empada e gostou de todas.

O projeto “Cronistas do Futuro”, da Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (Acerj) em parceria com a Casa da Empada, reúne jovens entre sete e 14 anos com o objetivo de fazer uma análise das partidas disputadas no estádio Olímpico João Havelange, o popular Engenhão. Olhos atentos no campo, enquanto saboreiam deliciosas empadas. Ao final da partida, os cronistas elegem o melhor jogador e, como não poderia deixar de ser, a melhor empada.

Domingo que vem tem o clássico Flamengo X Botafogo pelas semifinais da Taça Guanabara e os “Cronistas do Futuro”, outra vez, marcarão presença.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Cronistas do Futuro em clássico de cinco gols

Cronistas do futuro no jogo
Por Carlos Pinho

Um jogo muito disputado. Um pênalti perdido. Duas expulsões. Uma arbitragem polêmica. Fluminense e Botafogo protagonizaram a partida mais equilibrada do Cariocão. A vitória foi alvinegra: 3 a 2. Mas a partida deu muito o que falar. E os “Cronistas do Futuro” analisaram tudo. Não passa nada por esses garotos!

O projeto recebeu ontem o olhar feminino das cronistas do futuro Giovana Tomelin e Jennefer Braga. O cronista Fábio Augusto também marcou presença.

Jennefer Braga, de 13 anos, destacou a maior posse de bola do tricolor das Laranjeiras na primeira etapa e considerou o clássico muito bom. Para Giovana Tomelin, de 12 anos, a arbitragem de Gutemberg de Paula Fonseca foi boa, apesar de toda reclamação da diretoria tricolor. Para ela, as duas equipes jogaram bem, buscando o gol e escolheu como o melhor da partida o atacante Rafael Moura, que em sua reestréia com a camisa do Fluminense, marcou dois gols.

Fábio Augusto, de 12 anos, ressaltou o equilíbrio das equipes e a participação da torcida alvinegra, que a todo instante apoiou o time. Mesmo no momento em que Loco Abreu perdeu o primeiro pênalti. Na sua opinião, a raça da equipe comandada por Joel Santana foi importantíssima para a vitória, além da grande atuação do goleiro Jefferson, que fechou o gol na reta final, quando o Fluminense buscava a reação a todo custo.

O projeto “Cronistas do Futuro” reúne jovens entre 7 e 14 anos com o objetivo de fazer uma análise das partidas disputadas no estádio Olímpico João Havelange, o popular Engenhão. Olhos atentos no campo, enquanto saboreiam deliciosas empadas. Ao final da partida, elegem o melhor jogador e como não poderia deixar de ser, a melhor empada.

Com o resultado, o time da Estrela Solitária chega a liderança isolada do Grupo B, com 16 pontos, seguido pela equipe de Muricy Ramalho com 15. A definição do grupo ficará para o próximo domingo, quando o Fluminense enfrentará o Madureira e o Botafogo receberá o Macaé, no Engenhão.