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segunda-feira, 14 de março de 2011

Cronistas do Futuro comentam o Fla X Flu


Os craques não brilharam como o esperado
Crédito: foto de Ivo Gonzalez
Por Carlos Pinho

Flamengo e Fluminense fizeram o primeiro clássico da Taça Rio sob o olhar atento dos Cronistas do Futuro. Para a alegria da garotada, que estava praticamente no meio da torcida tricolor, muito pó de arroz e chuva de papéis picados na entrada do time no gramado. Mas o jogo não saiu do 0 a 0. E os cronistas do futuro acompanharam até o fim esse clássico de tantas tradições.

O projeto “Cronistas do Futuro” reúne jovens entre 7 e 14 anos com o objetivo de fazer uma análise das partidas disputadas no estádio Olímpico João Havelange, o popular Engenhão. Dão notas para os atores do espetáculo da bola, os jogadores. Escolhem o craque e comentam o jogo. No intervalo, repõem as energias saboreando as deliciosas empadas da Casa da Empada.

Na opinião de Caio Moneró, de 10 anos, o Fluminense começou melhor, teve chance de abrir o placar, mas o Flamengo acabou melhorando no segundo tempo. Torcedor do Fluminense, arriscou um placar para a partida decisiva contra o América do México, pela Copa Libertadores: 2 a 1.

Na visão de Marco Moneró, de 10 anos, o Fluminense dominou a partida, teve mais posse de bola. Apesar disso, o melhor jogador da partida, na sua opinião, foi Ronaldinho Gaúcho. E a empada de que mais gostou foi a de queijo.

Vinícius Diniz, de 9 anos, deu nota 7 para a atuação do Flamengo. Para ele, mesmo com os bons resultados, a equipe ainda precisa melhorar um pouco. A sua empada predileta é a de frango.

Fábio Augusto, de 12 anos, não poupou elogios ao Projeto Cronista do Futuro: “É um ótimo projeto, pois dá espaço para os nosso comentários. E as empadas são muito gostosas. A Acerj e a Casa da Empada estão de parabéns”!

O rubro-negro, com o empate, mantém-se na liderança do Grupo A, com 7 pontos. Enquanto o Fluminense é o segundo colocado do Grupo B. No próximo domingo, teremos Botafogo X Vasco da Gama e os nossos Cronistas do Futuro estarão no Engenhão, analisando cada lance.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Flamengo x Botafogo na visão de um rubro negro

Foto de Jorge William
Por Rodrigo Shampoo

Assistir a uma partida na tribuna de imprensa, que fica dentro da torcida do Botafogo, tem lá as suas vantagens: é lindo ver os alvinegros chorarem novamente. Sim! Como não poderia deixar de ser, a partida válida pela semifinal da Taça Guanabara, entre Flamengo x Botafogo, foi cheia de emoções, lindas defesas, muita vontade de ambos os lados e... choradeira.

Cheguei ao Engenhão e presenciei uma empolgada torcida alvinegra, que vibrava com o pré-jogo Olaria X Nova Iguaçu, válida pela Taça Washington Rodrigues. A torcida do Flamengo, embaixo do escaldante sol carioca, estava quieta, mas quando a partida começou...

O Flamengo iniciou melhor contra um Botafogo que utilizava um paredão formado por muitos volantes e zagueiros, sem falar da velha tática de chutar a bola para a área adversária e torcer para o Loco Abreu alcançar, assim como em 2010. Mas quem fez um gol de cabeça foi o Flamengo. Na cobrança de escanteio de Thiago Neves, Ronaldo Angelim desviou de leve para balançar as redes, subindo mais do que os 347 zagueiros do Botafogo.

No intervalo, pausa para um lanche da Casa da Empada, que reabasteceu a energia para torcer por dentro, pois eu era um jornalista imparcial na tribuna da imprensa. E lá não posso vibrar, senão levo bronca da moça.

Devoradas as empadas de queijo, de frango e de maçã, a minha favorita, começou a segunda etapa. Logo vi que o panorama sem graça do primeiro tempo havia mudado, pois o Papai Joel tratou de colocar um time mais para frente com o Everton entrando no lugar de Márcio Azevedo. Logo o Glorioso alcançou o empate com Loco Abreu. Que tristeza!

O Flamengo respondeu com a entrada de Negueba, que substituiu um poste, digo, o Deivid. O menino do Flamengo atormentou Alessandro e Arévalos Rios, que ficaram tontos procurando o caniço fino do jogador rubro negro.

A partida ficou bem equilibrada e teve até seus lances perigosos com Loco Abreu e Ronaldinho Gaúcho. Os jogadores suavam sangue e eram capazes até de vender a alma para vencer a partida, dada a rivalidade agravada pelas últimas decisões.

E, por fim, pênaltis. Eis que os jornalistas debatiam: “O Flamengo tem os melhores batedores, mas o Botafogo tem o melhor goleiro”. O fato é que o Botafogo treme, seja quem for que esteja no gol rubro negro. E não deu outra. Eu estava confiante em voltar para casa com a vaga para a final, pois se o Jefferson era bom goleiro, o Felipe não ficava atrás. E se o Botafogo tinha Somália e Renato Cajá, o Flamengo tinha Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho, que nem precisaram ir para as cobranças, já que os craques alvinegros desperdiçaram.

Flamengo venceu nos pênaltis por 3x1 e consagrou Felipe como um novo herói no gol do Mais Querido. Restou para o Glorioso chorar mais uma vez pedindo pênalti e reclamando de um complô mundial para derrubá-lo. Parece choradeira. E é!

Fui para casa feliz, porque vou pegar um time bom na final. Os chorões e o time de terceira vão assistir pela TV. Já ia esquecendo do Vasco. Mas não tem graça chutar cachorro morto.

E à garotada do projeto "Cronistas do Futuro" da Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) em parceria com a Casa da Empada fica o convite para comparecem em peso no domingo que vem. É final e tem muito mais empadas.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Cronistas do futuro agora no Engenhão


Por Rodrigo Shampoo

Num Engenhão quase lotado, para o empate em 1 a 1 entre Vasco x Flamengo, o projeto "Cronistas do Futuro" da Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) voltou com força total. Dividindo espaço com jornalistas consagrados na tribuna da imprensa, crianças, de 7 a 14 anos, ficaram antenadas na partida.

O projeto, promovido pela Acerj com o apoio da Casa da Empada, começou no Maracanã. Com o fechamento do estádio para as obras da Copa do Mundo de 2014, passou agora para o Engenhão.

As crianças analisaram o jogo como verdadeiros jornalistas e deram nota para os jogadores. O que faltou de emoção no clássico dos milhões, sobrou para a molecada, que, animada, divergia sobre o melhor jogador em campo. O escolhido foi Diego Maurício, do rubro negro.

No intervalo, a hora do lanche. As empadas de frango, camarão e maçã da Casa da Empada fizeram sucesso. Mas a curiosidade maior ficou por conta da torcida do Vasco, que jogava papel higiênico no campo. Foram rolos e mais rolos. Dois deles atingiram a minha cabeça, mas eu não fiz tomografia. Cabelo é que não me falta. E ainda bem que os rolos jogados não estavam usados!