quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A feira da gentileza



Por Tiberius Drumond

Com o objetivo de conscientizar as novas gerações, o Colégio Criativo, de Vila Valqueire, vai promover a Feira do Conhecimento, no dia 17 de setembro. Com o tema “Gentileza com o Mundo”, o evento pedagógico visa alertar às crianças sobre a importância da preservação do planeta.

O projeto vai reunir cerca de 90 estudantes, entre 9 e 11 anos, que vão expor os trabalho desenvolvidos ao longo do semestre e promover algumas oficinas. As atividades terão como base os três R’s da sustentabilidade (reciclar, reaproveitar e reutilizar).


As crianças vão plantar mudas e falar sobre como preservar o meio ambiente. Vão mostrar ainda uma maquete de um bairro sustentável e ensinar a arte com o papel, confeccionando origamis, dobraduras e cestas feitas de jornal.

Haverá também oficinas de alimentos reutilizados, de coleta de óleo e de coleta seletiva. Os alunos vão apresentar, e experimentar, receitas com itens do dia a dia, que normalmente jogamos fora, como cascas de frutas, por exemplo. E ainda ensinarão como produzir sabão com óleo de cozinha. Será promovida também uma palestra sobre o trabalho realizado pelo Greenpeace.


Para a diretora Rachel Berg, a Feira do Conhecimento é o momento em que escola, alunos e suas famílias se envolvem em pro de um objetivo específico. “Nesse ano, vamos mostrar que nossa gentileza não deve ser dirigida somente ao planeta, mas também ao próximo. Além de promover uma grande integração, os jovens têm a oportunidade de pôr em prática os conhecimentos adquiridos durante o ano, com a oportunidade de vivenciar tudo o que aprenderam”.

Mais informações: http://colegiocriativo.net/

Ronaldo Robim no Globo Tijuca

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Crédito mais caro


Por Rufino Carmona

Prometi, na semana passada, eleger um tema de finança pessoal e discorrer sobre ele a cada quarta-feira aqui nesse espaço. Mas como a fragilidade da economia global ficou tão marcante após o rebaixamento da nota da dívida dos Estados Unidos, na última sexta-feira, não tenho como falar de qualquer outro assunto.

Antes que você estremeça aí do outro lado, não vou entrar em detalhes sobre o rebaixamento da nota americana. Minha intenção é me ater somente a um único e importante ponto: sempre quando o mundo passa por alguma crise, como essa de agora, começa a existir a chamada aversão a risco. Traduzindo: os capitais começam a procuram portos mais seguros pelo mundo e desistem de correr riscos, pelo menos por algum tempo.

A tendência então é que o crédito fique mais escasso e sobretudo mais caro. Ou seja, a hora não é das melhores para você pegar um empréstimo, porque os juros estarão mais altos. E nem é hora também para fazer grandes compras, ainda mais com muitas parcelas. A indefinição por que passa o mundo dá ao empresário uma sensação de desconforto e ele fica com receio de investir. Com isso, mesmo que por pouco tempo, a economia dá uma certa parada. Conclusão: o risco de se perder o emprego aumenta.

Tudo bem que o Brasil, como já ressaltou a presidenta Dilma, está mais preparado do que na crise de 2008. E olha que até passamos muito bem por ela em vista de outros grandes países que, até hoje, nem conseguiram se firmam novamente. Mas como gato escaldado tem medo de água fria, é melhor não corrermos risco, não acha?

O melhor mesmo é segurar um pouco o consumo e não fazer nenhum empréstimo, pelo menos nessas duas primeiras semanas, só para sentir como vai se desenrolar a crise, principalmente aqui dentro do nosso país.

E torçamos para que os Estados Unidos e a Europa resolvam, com agilidade e de forma adequada, seus graves problemas fiscais.

Gente, na semana que vem eu volto a falar sobre um tema mais relacionado ao seu dia a dia financeiro. Até lá!

Origami na mídia




terça-feira, 9 de agosto de 2011

Paixão por um clube!


Por Rufino Carmona

Só quem é apaixonado por um time de futebol pode entender o que isso significa. Eu, por exemplo, sou Fluminense, ou melhor, sou apaixonado pelo Fluminense. Nas duas horas sagradas em que o Tricolor das Laranjeiras está jogando, ninguém pode ser mais importante. Ninguém mesmo!

Já tive brigas homéricas, principalmente com namoradas, que queriam disputar o meu amor. Eu sempre disse o seguinte a elas, claro que com muita raiva: “Amores são diferentes. É impossível compará-los. Mas se é para escolher, eu fico com o Flu. Afinal, eu a conheci há poucos meses. Já o meu Fluzão, eu conheço e sou apaixonado desde os meus 4 anos de idade”. Meu Deus! Coitadas delas!

Mas, nessa postagem, não vim falar sobre mim. Minha intenção é falar sobre um menino, que como eu, não amava nem os Beatles nem os Rolling Stones, mas sim um clube de futebol. Não é o Fluminense não. Mas bem que ele me confessou que se não torcesse pelo time que escolheu, seria tricolor.


Pois, o Fabinho de Pinho, o nosso tão querido DJ, é torcedor, meus amigos, do Bonsucesso. Isso mesmo: o Bonsuça, o Rubro Anil da Leopoldina. Para quem não conhece, o Cesso, como os torcedores o apelidaram carinhosamente, sempre fez parte dos campeonatos daqui do Rio de Janeiro até meados dos anos 70, quando houve a fusão entre a Guanabara e o antigo estado do Rio. Desde então, equipes do interior começaram a disputar o Cariocão. E as equipes da capital, principalmente as dos subúrbios, foram perdendo vez.

O Bonsucesso, por exemplo, não disputa o Cariocão há 19 anos. Mas vai disputar (viva, Fabinho!) no ano que vem. O Cesso foi campeão da 2ª divisão do Estadual do Rio esse ano. Eu próprio (in loco) presenciei esse menino de 13 anos chorando, de soluçar, ao ver as bolas que desfraldavam as redes adversárias do Estácio, no dia em que o Cesso garantia sua vaga na Elite do futebol carioca em 2012.


Com o apito final, os torcedores invadiram o antigo campo lá da Rua Teixeira de Castro.  E o nosso personagem, o Fabinho, foi para lá abraçar o presidente, junto com o irmão, que não escondia a emoção. Ah! O irmão do Fabinho trabalha conosco aqui na assessoria. É o nosso Carlos Pinho.

Fabinho, obrigado pelas cenas emocionantes que você me propiciou durante aquele jogo, que apesar de não ter sido fantástico, foi pura adrenalina. Suas lágrimas de torcedor apaixonado me dão a certeza de que essa paixão que temos por nossos clubes de coração sobrevive até à morte!

Mr. Lenha na mídia





segunda-feira, 8 de agosto de 2011

“Cronistas do Futuro” na goleada alvinegra


Por Carlos Pinho

Os “Cronistas do Futuro” tiveram a honra de acompanhar ontem, no Engenhão, uma exibição de gala do Botafogo. O Vasco vinha embalado pelas últimas vitórias, mas Loco Abreu e Cia. não deram chance ao Gigante da Colina e aplicaram uma goleada de 4 a 0, fora o baile. Tudo isso com a benção do “Velho Lobo” Zagallo, homenageado pelos seus 80 anos.

Foto: Getty Images

Na visão do cronista do futuro, Alexandre de Castro, de 14 anos, o Botafogo fez uma ótima partida, com bom passe e jogadas objetivas. “A ausência de Maicossuel acabou sendo um reforço para o Botafogo”, afirmou.

Bruno Lima, de 14 anos, destacou a atuação do lateral-esquerdo do Glorioso, Cortez, e ressaltou que, apesar da derrota, a equipe comandada por Ricardo Gomes tem condições de brigar pelo título. “O Vasco tem qualidade. No jogo de hoje (ontem), o Botafogo mereceu a vitória. Mas o campeonato está em aberto e muita coisa vai acontecer”.

Fábio Augusto, de 13 anos, resumiu o panorama da partida: “o Botafogo foi superior. O Vasco tentou criar as jogadas, mas o meio campo não foi bem e a bola não chegava à dupla de ataque, que estava sumida. O alvinegro mereceu a vitória, não só pelo que jogou, mas pela competência de aproveitar as chances criadas”.

Foto: Fernando Soutello / AGIF

O projeto “Cronistas do Futuro” é uma parceria formada pela Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) e a Casa da Empada. A iniciativa tem o intuito de estimular a opinião da garotada por meio da paixão nacional, o futebol. Acompanham os jogos, debatem, dão asas aos seus comentários e, no intervalo, saboreiam as delícias da Casa da Empada.

O próximo duelo que os “Cronistas do Futuro” vão acompanhar de perto também promete fortes emoções. Será o clássico entre Vasco e Fluminense, no dia 21 de agosto, no Engenhão. E essa meninada, que sabe muito de bola, vai estar de olho em cada lance.

Red Salon na mídia






quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Barbearia com estilo londrino


Por Ribamar Filho

Já não se faz mais homens como antigamente! E ainda bem, dirão as mulheres. No lugar do “homem das cavernas” surgiu um novo macho vaidoso. E põe vaidade nisso! Ao perceber essa mudança paulatina do sexo masculino, muitos empresários abriram rapidamente os olhos e apostaram para valer. Uma das pioneiras foi Esther Gonçalves, que atua no ramo de estética e beleza. Ela montou, há exatos 10 anos, um salão de cabeleireiros exclusivo para homens: o Barber Shop, lá no Rio Sul, um shopping do Rio de Janeiro.

Eu fui lá conferir essa história. O atendimento, sem hora marcado, é bastante ágil. Os profissionais, muito bem preparados, são dos mais requisitados no mercado. E os produtos de marcas sofisticadas, como Redken e Loreal, dão um charme todo especial à barbearia. Segundo Esther, a ideia é deixar o homem muito à vontade em um espaço voltado unicamente para o seu bem estar, com produtos e serviços de qualidade: “Na época em que inaugurei o Barber Shop, viajei para a Europa em busca das tendências mais atuais no ramo. Fiz questão então de caprichar no ambiente e decidi que a barberia teria estilo londrino com design moderno e aconchegante. Acho que consegui”, enfatiza, com orgulho, a empresária.


O salão hoje tem público muito variado, desde crianças a homens bem idosos. No leque de serviços, desde os cortes tradicionais e modernos, com colorações exclusivas para o sexo masculino, passando por limpeza de pele, depilação até serviço de calista. “O homem contemporâneo, que é super vaidoso, não quer mais saber de calos!”.


Pois é! Para quem é macho mesmo, vale a pena dar um pulinho lá no Barber Shop. Os serviços são de primeira e o preço, bem em conta. Legal dar uma olhada antes no site: http://www.barbershoprio.com.br/. As fotos do ambiente e o layout da página estimulam, ainda mais, a visita.

Barber Shop Rio
Shopping Rio Sul - piso G-2
Rua Lauro Müller, 116, Botafogo - Rio de Janeiro 
Telefone: (21) 2541-1484

ANBio na mídia






quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Armadilhas do crédito pessoal


Por Rufino Carmona

O assunto de hoje é crédito pessoal. Das modalidades de empréstimos existentes, essa é a que mais tem adeptos. É preciso ressaltar inicialmente que muitos escritórios, que põem até anúncios em jornais, concedem crédito sem autorização do Banco Central. Eles são tão agiotas quanto qualquer pessoa física que empresta dinheiro a juros. Por isso, muito cuidado para não entrar numa furada. Tem vezes em que pedem para você depositar uma quantia como garantia. E, no final, nem o empréstimo e muito menos o dinheiro de volta. Ou seja, roubo explícito.

Mas sobre agiotas, eu vou falar em uma coluna específica. Quero me ater aos bancos e financeiras que concedem crédito pessoal. Se você é correntista de um banco há algum tempo sempre vai conseguir uma taxa de juros melhor. Então, antes de pegar um crédito fácil por aí, consulte o seu gerente.

Mas, mesmo sendo um ótimo cliente do banco, não se iluda: dificilmente, os juros cobrados serão menores do que 4% ao mês, o que é uma distorção, se lembrarmos que a taxa Selic, fixada a cada 45 pelo Banco Central é de 12,5% ao ano. Enfim, pegar crédito no Brasil é coisa de maluco. O melhor mesmo é juntar dinheiro e comprar à vista. Crédito, gente, só em último caso.

E quanto às financeiras? Bem, esse é um capítulo à parte. Eu fico para morrer quando vejo alguém entrando numa daquelas lojas de rua que “vendem” dinheiro. Pegam, por exemplo, R$ 1000 para pagar em 12 meses. No final desse tempo, pagam cerca de R$ 2500.  É ou não é um absurdo? As financeiras até explicam razoavelmente bem o motivo de o crédito ser tão caro. Mas, mesmo que elas falem toda a verdade, acaba sendo uma grande armadilha para o consumidor. Normalmente, vira a famosa bola de neve.

Entre a melhor taxa do crédito pessoal, quando você é correntista de um banco e a mais cara, a das financeiras, existem muitas outras com todos os tipos de nomes. Mas volto a insistir: ter crédito é muito bom, mas saber usá-lo é que é o problema. O melhor é se organizar financeiramente e levar a vida com o que se tem. Não é legal trocar as noites de sono por nada nesse mundo!  

Patricia Vergara na mídia



terça-feira, 2 de agosto de 2011

Japonês tem nova fã



Por Rodrigo Shampoo


Nas minhas aventuras gastronômicas, sempre que posso, levo uma acompanhante especial, a minha namorada. Adepta da carne bem passada, ela detesta tudo que seja cru ou mal passado. Surgiu então um dilema: “gosto tanto de comida japonesa, como convencê-la a experimentar?”.

Bem, comecei devagar. Apresentei o tradicional yakisoba. Legal, ela gostou! Fui para o passo seguinte, um Hot Filadélfia, que leva arroz, cream cheese, salmão e cebolinha envolvidos por uma folha de alga nori empanada com uma crocante camada de massa. Apesar de certa resistência inicial, ela experimentou e pediu bis. Oba!

Daí por diante, resolvi ser mais ousado, partindo do princípio de que o sabor do salmão cru era muito semelhante ao salmão defumado. Tinha certeza que, ao provar das delícias nipônicas, ela iria se tornar fã, assim como eu. Fui em busca então de um restaurante japonês muito bem recomendado por um amigo, o Sushi Ya – Casa do Sushi, na tradução para o português. Ficava lá no NorteShopping.


O ambiente intimista e aconchegante foi um convite, e tanto, para degustar o farto cardápio. As paredes, adornadas em madeira, com lustres rústicos, de material semelhante ao papel, iluminavam à meia luz. Um clima propício para uma romântica comemoração a dois. Alguns elementos como um Buda de madeira, bambus e outros enfeites davam o toque sutil da cultura da Terra do Sol Nascente.

Optamos pelo rodízio. Ainda sem habilidade com os hashis (os famosos pauzinhos que substituem os talheres), ela rasgava de elogios os sushis, os sashimis e outros makimonos, molhando-os levemente no shoyu. Vitória! 


Eu, que já conhecia várias casas japonesas, confesso que provei algumas receitas, até então, inéditas ao meu paladar. Não me decepcionei. Pelo contrário. Era uma melhor do que a outra, quase todas assinadas pelo chef Takeshi, que, antes de voltar para o Japão, ensinou todos os segredos de seus cortes e de suas receitas para os discípulos que permaneceram na casa.

E como minha namorada gostou de tudo (viva!), já estou contando os dias para conhecer a outra filial do Sushi Ya lá no Nova America.

Serviço:

NorteShopping - Av. Dom Helder Câmara, 5080 – Loja 4407 – Del Castilho
Tel.: (21) 2289-5809  
Shopping Nova America - Av. Pastor Matin Luther King Jr., 126 – Loja 115
Tel.: (21) 2218-0794

Colégio Santa Mônica na Folha Dirigida



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Projeto “Cronistas do Futuro” faz dois anos


Os “Cronistas do Futuro”, projeto da Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (Acerj) em parceria com a Casa da Empada, completou dois anos em julho. Mesmo com o fechamento do Maracanã, a ação continuou, com força total, no Engenhão desde meados do ano passado.

Ontem, depois de uma parada de duas semanas, devidos aos V Jogos Mundiais Militares, a garotada assistiu à partida entre Fluminense X Ceará. Na opinião de Paulo Vitor, de 9 anos, o jogo foi sonolento, mas valeu pelos quatro gols do Flu. Já Vinicius Diniz, também de 9 anos, previu que, com os novos reforços argentinos, o tricolor poderá brigar na parte de cima da tabela.


E teve até um cronista do futuro, Rafael Casagrande, de 11 anos, que torcia pelo tricolor, mas não o das Laranjeiras. Rafael é são paulino. Foi a primeira vez que veio ao Engenhão. Achou o jogo fraco e sofreu mais com os gols do Vasco da Gama sobre o seu São Paulo, que foram anunciados pelos alto falantes durante a partida.


Com a vitória de 4 a 0, o Fluminense chegou à 8ª posição na tabela do Brasileirão e deu um pouco mais de esperanças a sua torcida. No próximo domingo, tem clássico no Engenhão: Vasco X Botafogo. E os “Cronistas do Futuro”, mais uma vez, vão marcar presença.

Debby Lagranha no Paparazzo