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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Pesquisadora diz que instituto está preparado para o ebola

Fonte: Agência Brasil

A presidente da Associação Nacional de Biossegurança, Leila Macedo, disse que nunca existe risco zero de contaminação, mas que os profissionais do Instituto de Infectologia Evandro Chagas, tanto na parte hospitalar (Rio), quanto na laboratorial (Belém), foram treinados para atender casos de ebola. Ela se refere à qualidade do serviço prestado pelo instituto, que faz análise para confirmar ou não o primeiro caso de ebola no país.

“Os procedimentos são complexos. Você vê o que aconteceu na Espanha. O simples fato de a enfermeira ter errado na hora de tirar o equipamento de proteção individual foi suficiente para ela ser contaminada. Mas se os procedimentos preconizados pela Organização Mundial da Saúde forem seguidos não haverá problemas”, disse Leila, que também é pesquisadora da Fiocruz.

Ela explicou que o vírus pode ser transmitido pelos fluidos corporais, como lágrimas, sangue, suor. “Se um indivíduo com ebola espirrar, o espirro vai longe e pode haver o vírus”, explicou a pesquisadora, acrescentando que o vírus pode penetrar através da pele.

O primeiro paciente com suspeita de ebola no Brasil é procedente da Guiné, um dos países com epidemia de ebola. O homem de 47 anos deixou seu país no dia 18 de setembro e entrou no Brasil como refugiado. Ontem (9), ele procurou atendimento na Unidade de Pronto-Atendimento em Cascavel relatando febre, tosse e dor de garganta, sintomas iniciados na última quarta-feira (8) – 20 dias depois de sair da Guiné.


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Crédito mais caro


Por Rufino Carmona

Prometi, na semana passada, eleger um tema de finança pessoal e discorrer sobre ele a cada quarta-feira aqui nesse espaço. Mas como a fragilidade da economia global ficou tão marcante após o rebaixamento da nota da dívida dos Estados Unidos, na última sexta-feira, não tenho como falar de qualquer outro assunto.

Antes que você estremeça aí do outro lado, não vou entrar em detalhes sobre o rebaixamento da nota americana. Minha intenção é me ater somente a um único e importante ponto: sempre quando o mundo passa por alguma crise, como essa de agora, começa a existir a chamada aversão a risco. Traduzindo: os capitais começam a procuram portos mais seguros pelo mundo e desistem de correr riscos, pelo menos por algum tempo.

A tendência então é que o crédito fique mais escasso e sobretudo mais caro. Ou seja, a hora não é das melhores para você pegar um empréstimo, porque os juros estarão mais altos. E nem é hora também para fazer grandes compras, ainda mais com muitas parcelas. A indefinição por que passa o mundo dá ao empresário uma sensação de desconforto e ele fica com receio de investir. Com isso, mesmo que por pouco tempo, a economia dá uma certa parada. Conclusão: o risco de se perder o emprego aumenta.

Tudo bem que o Brasil, como já ressaltou a presidenta Dilma, está mais preparado do que na crise de 2008. E olha que até passamos muito bem por ela em vista de outros grandes países que, até hoje, nem conseguiram se firmam novamente. Mas como gato escaldado tem medo de água fria, é melhor não corrermos risco, não acha?

O melhor mesmo é segurar um pouco o consumo e não fazer nenhum empréstimo, pelo menos nessas duas primeiras semanas, só para sentir como vai se desenrolar a crise, principalmente aqui dentro do nosso país.

E torçamos para que os Estados Unidos e a Europa resolvam, com agilidade e de forma adequada, seus graves problemas fiscais.

Gente, na semana que vem eu volto a falar sobre um tema mais relacionado ao seu dia a dia financeiro. Até lá!

terça-feira, 5 de abril de 2011

MercadoCom alça voo na moda internacional


Fotos das últimas coleções da Cariocalove, da estilista Magnólia Oliveira 
Por Rufino Carmona

A MercadoCom tá é muito chique! Nossa empresa acaba de ficar internacional. A grife francesa, Cariocalove, fechou contrato de assessoria de imprensa conosco para darmos suporte na chegada da marca aqui ao Brasil. Esse ano, será aberta uma loja no Rio de Janeiro e outra em São Paulo. A estilista carioca, Magnólia Oliveira, proprietária da marca, fez o caminho inverso de outras grifes, que abrem primeiramente no Brasil e partem depois para a internacionalização. Ela já foi abrindo lá no Velho Continente mesmo e aporta em terras tupiniquins depois de já ser sucesso na França e em toda a Europa. Nosso assessor de moda, Ribamar Filho, está rindo de orelha a orelha com essa oportunidade: "Não é toda hora que temos uma grife internacional para divulgar".

Quer dar uma olhadinha nas criações da Magnolia? Acessa o site da Cariocalove www.cariocalove.com ou no facebook: http://www.facebook.com/pages/CARIOCALOVE