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quinta-feira, 7 de maio de 2015
Garriga de Menezes na mídia
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quinta-feira, 30 de abril de 2015
Escola Garriga de Menezes na mídia
Estudantes comentam como
conseguiram vaga em universidades norte-americanas
Todo
ano, milhões de estudantes buscam vaga em universidades públicas por meio do
tradicional vestibular ou do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No entanto,
os jovens brasileiros começaram a vislumbrar outras opções: as instituições
americanas.
Exemplo
disso é foi o aluno Allan Costa, de 17 anos. Ele foi aprovado para uma das mais conceituadas universidades de
tecnologia do mundo, o Massachusetts
Institute of Technology (MIT).
Allan foi medalhista da Olimpíada
Internacional de Biologia, na Indonésia
Para
conseguir a tão sonhada vaga, Allan informa que teve de escrever diversas
redações, as chamadas “essays”, falando sobre a sua vida e interesses. Além
disso, foram necessárias cartas de recomendação de professores, listar
atividades desenvolvidas no decorrer do ensino médio, apresentar o histórico
escolar, entre outros requisitos.
-
As entrevistas finais levavam quase duas horas. Minhas experiências em
olimpíadas de conhecimento, medalhas e os prêmios científicos contaram bastante
no processo - diz.
Para
quem deseja estudar no exterior, as grandes dicas são: ser proativo, ter
inspiração e paixão pelo que faz. Allan diz que, lá fora, as instituições
buscam pessoas que sejam ricas em aventuras, histórias e experiências para
levar à faculdade.
Outro
que entrou na seleta lista de brasileiros aprovados para importantes
instituições de ensino americanas foi Hugo Vasgestian, de 17 anos. Ele conta
que o último ano na escola foi bem difícil, mas teve a sua recompensa: a vaga
no curso de Tecnologia Visual na George Mason University, no estado da Virgínia
(EUA).
Aluno
da escola Garriga de Menezes, no Rio de Janeiro, Vasgestian disse que batalhou
bastante para conseguir o tão sonhado resultado. Além de passar o dia todo no
colégio estudando para os vestibulares do país, ao chegar em casa tinha de se
preparar para as provas de admissão para universidades americanas. “Tive que
sacrificar muito do meu tempo livre e dos meus fins de semana, mas tudo valeu a
pena”, lembra.
O sacrifício do tempo livre e dos meus fins
de semana trouxe importante recompensa
Hugo
informa que descobriu a oportunidade de concorrer à vaga por meio de uma feira
de intercâmbio. Foi lá que conheceu um pouco do processo e assim trilhou os
passos que viabilizaram o ingresso a tão almejada universidade estrangeira. “Além
disso, obtive vários contatos nessas feiras que me ajudaram muito no processo”.
Segundo
ele, as universidades americanas possuem muitos pré-requisitos. Para ser
aprovado, Hugo precisou fazer duas provas: o SAT, uma prova de conhecimentos
gerais parecida, em alguns aspectos, com o Exame Nacional de Ensino Médio
(Enem); e o TOEFL (Prova de proficiência em Inglês). “As instituições desejam
realmente conhecer o candidato”, ressalta.
O
jovem ainda explica que é necessário ter um ótimo histórico escolar, com boas
atividades extracurriculares e também cartas de recomendações. “Além disso,
solicitam diversas "essays", redações de caráter bem pessoal, falando
sobre a história de vida da pessoa e o porquê do interesse em estudar na
instituição”.
Para
aqueles que estão tendo de enfrentar o cansaço, a rotina agitada e todos os
desafios, o segredo é se apegar ao apoio da família. Segundo ele, que seus pais
o incentivaram muito e fizeram de tudo para ajudá-lo com o processo, como, por
exemplo, procurar materiais de estudo, pagamento de taxas e, claro, muitos conselhos.
-
Os meus professores e a escola também foram muito importantes, eles me deram
toda a base. As matérias de Ensino Médio nos Estados Unidos são bem similares
as do Brasil, então pude aproveitar muito das aulas. Nem mesmo precisei de um
curso preparatório para os exames - conclui.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Crédito mais caro

Por Rufino Carmona
Prometi, na semana passada, eleger um tema de finança pessoal e discorrer sobre ele a cada quarta-feira aqui nesse espaço. Mas como a fragilidade da economia global ficou tão marcante após o rebaixamento da nota da dívida dos Estados Unidos, na última sexta-feira, não tenho como falar de qualquer outro assunto.
Antes que você estremeça aí do outro lado, não vou entrar em detalhes sobre o rebaixamento da nota americana. Minha intenção é me ater somente a um único e importante ponto: sempre quando o mundo passa por alguma crise, como essa de agora, começa a existir a chamada aversão a risco. Traduzindo: os capitais começam a procuram portos mais seguros pelo mundo e desistem de correr riscos, pelo menos por algum tempo.
A tendência então é que o crédito fique mais escasso e sobretudo mais caro. Ou seja, a hora não é das melhores para você pegar um empréstimo, porque os juros estarão mais altos. E nem é hora também para fazer grandes compras, ainda mais com muitas parcelas. A indefinição por que passa o mundo dá ao empresário uma sensação de desconforto e ele fica com receio de investir. Com isso, mesmo que por pouco tempo, a economia dá uma certa parada. Conclusão: o risco de se perder o emprego aumenta.
Tudo bem que o Brasil, como já ressaltou a presidenta Dilma, está mais preparado do que na crise de 2008. E olha que até passamos muito bem por ela em vista de outros grandes países que, até hoje, nem conseguiram se firmam novamente. Mas como gato escaldado tem medo de água fria, é melhor não corrermos risco, não acha?
O melhor mesmo é segurar um pouco o consumo e não fazer nenhum empréstimo, pelo menos nessas duas primeiras semanas, só para sentir como vai se desenrolar a crise, principalmente aqui dentro do nosso país.
E torçamos para que os Estados Unidos e a Europa resolvam, com agilidade e de forma adequada, seus graves problemas fiscais.
Gente, na semana que vem eu volto a falar sobre um tema mais relacionado ao seu dia a dia financeiro. Até lá!
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Toma jeito Tio Sam!
Por Rufino Carmona
Hoje é dia 21 de julho. Se até 2 de agosto, o Congresso dos Estados Unidos não resolver o impasse sobre a elevação do teto de endividamento do país, estará decretado o primeiro calote do grande império do norte. E, por ironia do destino, um dos países que deixará de receber seus trocados será o Brasil. Sim, o nosso Brasil que, alguns anos atrás, assustava o mundo, como em 1987, quando deixamos de pagar, por um tempo, a dívida externa.
Mas nossa dívida externa já não existe. Ninguém mais se assusta com o Brasil. Pelo contrário. Temos problemas hoje é com a enxurrada de dólares que não para de entrar pelos quatro cantos do país. Fico pensando se, por um instante, num momento transcendental, esse meu texto fosse lido pelos economistas brasileiros que lutavam bravamente para dar alguma credibilidade ao país, lá pelos anos 80, 90. Eles certamente não acreditariam no quê escrevo hoje. Ririam da minha cara.
Mas voltemos a 2011. Para ninguém se alardear, é evidente que os Estados Unidos vão resolver isso antes do fatídico 2 de agosto. É que, pelo menos por enquanto, o problema ainda é mais político do que econômico propriamente. O partido Republicano está esticando a corda até não poder mais para desgastar o presidente Obama e assim conseguir emplacar alguns de seus projetos e ainda se fortalecer um pouco para concorrer contra o próprio numa eleição em que terá pouquíssimas chances de vitória.
Só que, apesar de a crise ser mais política, a economia dos Estados Unidos já dá sinais, há um bom tempo, que não tem a mesma pujança de outrora. Eles ainda vão ser, por muitos anos, o país mais rico do mundo, mas o distanciamento em relação principalmente aos emergentes tende a ser cada vez menor.
A dívida americana é simplesmente igual à soma de tudo que produzem anualmente. Se isso acontecesse aqui no Brasil, o mundo já teria nos dado às costas há tempos. Mas o Tio Sam é o Tio Sam. Eles ainda gozam da vantagem de não terem, em toda a história, um só momento em que não tivessem honrado seus compromissos. São o porto seguro do capital do mundo.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Filme sobre a morte de Bin Laden
Passados pouco mais de 20 dias da morte do terrorista Osama Bin Laden, um filme retratando seu dia derradeiro já tem previsão de estreia: o segundo trimestre de 2012. A produção (que ainda não tem título definido) vai contar com a direção de Kathrym Bigelow, vencedora do Oscar em 2010, por “Estado de Guerra”. O roteiro ficará a cargo de Mark Boal.
Notabilizada por utilizar a sua experiência como jornalista investigativa mesclando traços documentaristas na elaboração de suas tramas, Bigelow fez história na premiação do Oscar, como a primeira mulher a vencer a categoria direção.
O roteiro dessa nova produção já vinha sendo elaborado antes mesmo da morte do líder da AlQaeda, mas teve de ser refeito por conta desse acontecimento histórico. Para a construção do tema, Kathrym e Boal acompanharam de perto uma equipe de operações especiais dos Estados Unidos, exatamente a que foi responsável pela execução de Bin Laden, a Navy Seals.
A Sony detém os direitos de distribuição do longa, que promete ser o grande sucesso de bilheteria do próximo ano. Amy Pascal, vice-presidente da multinacional, está otimista com o novo projeto cinematográfico: “Com a morte de Osama Bin Laden, este filme não podia ser mais relevante”, ressalta.
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
A vitória do Tio Sam
Por Rufino Carmona
A morte de Osama Bin Laden, divulgada há poucos instantes, de forma oficial, pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, marca o fim de uma busca angustiante pelo líder terrorista responsável pelo atentado às torres gêmeas em 11 de setembro de 2001 em Nova Iorque.
Para matar Bin Laden e tentar desestruturar sua rede pelo mundo, os americanos detonaram a guerra do Afeganistão e a guerra do Iraque. Muito sangue foi derramado. Mas nada de Bin Laden e nada também de quebrar as conexões da Al Kaeda. Muitos afirmam que a organização terrorista é mais forte hoje, embora tenha gente que diga que a rede já teria perdido muito da sua força.
Mas o mundo hoje é mais perigoso do que há dez anos, antes do atentado ao World Trade Center. Se vai ficar mais seguro com a morte do maior mentor do terrorismo de que temos notícia nas últimas décadas só o tempo vai dizer.
O terrorismo perde o rumo ou se fortalece com a morte de Osama Bin Laden, já que foi executado por tropas americanas? A pergunta fica no ar. Mas ninguém duvida que é uma grande vitória política do presidente Obama. Ele fica para a história como o presidente que, enfim, matou o grande inimigo da nação do Norte.
O próximo 11 de setembro, dez anos depois da queda das torres gêmeas, vai ser um pouco menos angustiante para as famílias que perderam parentes naquele dia de que nunca iremos esquecer.
Você acha que o terrorismo perde força com a morte de Bin Laden? Deixe aqui o seu comentário.
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terça-feira, 19 de abril de 2011
“Rio” é líder de bilheteria nos Estados Unidos
Por Carlos Pinho
A grande sensação, atualmente, nos EUA, é a animação “Rio”, que vem liderando as bilheterias norte-americanas desde o último fim de semana. Segundo informações da empresa Exhibitor Relations, a produção já alcançou a marca de US$ 40 milhões arrecadados, desbancando a comédia “Pânico 4” , com US$ 19 milhões.
Dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, o filme conta a história de Blu, uma arara azul macho que sai dos Estados Unidos em busca de Jade, a última fêmea da sua espécie. Juntos, viverão muitas aventuras no paradisíaco cenário carioca.
“Rio” representa uma nova forma de retratar o Brasil no exterior. Ao invés do foco na violência, na corrupção ou nas desigualdades, o filme traz uma descrição simpática sobre a cidade maravilhosa, destacando as nossas belezas naturais e culturais, propondo-se a promover o que temos de bom, com irreverência.
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