Clique na imagem e escute a entrevista do coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica no programa CBN Ciência.
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quinta-feira, 16 de abril de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
Clique na imagem e escute a entrevista do coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica no programa CBN Ciência.
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terça-feira, 14 de abril de 2015
Colégio Flama na mídia
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quinta-feira, 9 de abril de 2015
Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB) na mídia
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terça-feira, 7 de abril de 2015
Associação Nacional de Biossegurança (ANBio) na mídia
Biossegurança:
ferramenta essencial à vida
e às pesquisas
científicas
* Dra. Leila Macedo
A palavra
Biossegurança foi introduzida em nosso vocabulário oficialmente a partir da Lei
nº 8.974, de 1995, e atualizada em 2005. A chamada Lei de Biossegurança transcende
o campo de abrangência jurídico da Lei Brasileira atual, dentro da esfera do
conhecimento científico mundial. Os textos e manuais da área apontam para um
conceito mais amplo, no qual o risco ou a probabilidade de um determinado dano
ocorrer passa a ser o objeto da pesquisa desta nova Ciência. O risco biológico
- ao qual estão sujeitos os pesquisadores e profissionais que atuam em
laboratórios ou em ambientes onde estão presentes microrganismos - é apenas um
dos segmentos de atuação da Biossegurança como disciplina científica.
A primeira edição da
Classificação de Agentes Etiológicos (aqueles que causam doenças) com Base no
Risco foi realizada em 1974. Nesse período, foi a primeira vez que os critérios
e procedimentos necessários foram estabelecidos para amenizar os níveis de
risco para os agentes microbianos. Ao editar o primeiro Manual de Biossegurança
no mundo, em 1984, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos fez
referência pela primeira vez à Biossegurança (Biosafety, em inglês) como
um conjunto de procedimentos, práticas e instalações voltadas para controlar o
biorrisco, ou seja, o controle do perigo advindo de organismos infecciosos.
Embora reconheçam a
Biossegurança como multidisciplinar, as publicações sobre o assunto enfocam o risco
biológico como o objeto principal de sua análise no contexto empregado,
considerando os demais problemas como adjacentes e/ou coadjuvantes no processo
de trabalho no laboratório.
Como princípio da
Biossegurança, a contenção e o manejo do risco representam o caminho seguro
para a minimização de perigos. É importante ressaltar que este conceito está
ligado a probabilidades, pois não há o risco zero em qualquer atividade no
campo das Ciências da Vida.
A evolução histórica
do conceito de risco e da sua percepção ao longo do tempo representa a evolução
da Biossegurança como Ciência. A história da medicina, por exemplo, registrou
algumas tentativas de prevenção de risco, que hoje identificamos como a origem
desta Ciência. Isso mostra o quanto foi importante conter agentes patógenos,
não só para combater doenças que ameaçam a população quanto para impedir que
agentes de saúde também contraíssem uma infecção.
Os procedimentos de
prevenção destinados à segurança do pesquisador, do objeto pesquisado e das
condições ambientais do entorno em que a pesquisa se realiza são elementos
fundamentais para a minimização do risco e constituem o campo de ação da
Biossegurança como Ciência para proteger nossas vidas, dos animais e meio
ambiente.
(*) Presidente da
Associação Nacional de Biossegurança (ANBio)
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quinta-feira, 2 de abril de 2015
Escola Garriga de Menezes na mídia
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sexta-feira, 27 de março de 2015
Garriga de Menezes na mídia
Campanha solidária
arrecada leite em pó
A
escola Garriga de Menezes, na Freguesia, Jacarepaguá, promove, até o dia 8 de
abril, uma grande campanha para arrecadação de leite em pó. Todo o material
arrecadado será distribuído para instituições carentes da região.
A
iniciativa faz parte da gincana em comemoração ao aniversário do colégio, que
completa 56 anos em 2015. Segundo Wandete Pujol, professora e coordenadora de
projetos da instituição, esse tipo de ação tem como proposta fomentar e
desenvolver a solidariedade e a conscientização dos jovens, como, por exemplo,
no engajamento com questões sociais e na preocupação com o próximo.
-
Além disso, os alunos vão entender como é o trabalho em equipe, pois a campanha
faz parte de uma grande gincana pedagógica. Essas ações sempre os deixam
animados e mais interessados nas atividades da escola - relata.
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terça-feira, 17 de março de 2015
Colégio Flama na mídia
Os desafios da
educação na era digital
*Alex Rangel
Os alunos de hoje são muito diferentes
daqueles de 20 anos atrás. As demandas da educação contemporânea estão em
contínua transformação. Num mundo de múltiplas alternativas de aprendizado e
de distrações, os estudantes do século XXI exigem e buscam cada vez mais
soluções digitais interativas.
Para não perderem o bonde da história nem
caminharem na contramão das novidades, as escolas precisam se adequar a essas
questões, como é o caso da criação de novas plataformas e metodologias de
ensino. Por quê? Pois o quadro negro, livros e apostilas em papel já não chamam
mais a atenção dessa juventude online full time, a qual tem como grandes
companheiros e solucionadores das dúvidas e questionamentos os sites de buscas.
Por esse motivo, é preciso repensar a maneira
de ensinar e introduzir novos atrativos na sala de aula que prendam a atenção
desse jovem. Porém, não adianta simplesmente digitalizar o material e
disponibilizá-lo em uma plataforma para leitura. Isso significaria subutilizar
o potencial que essa ferramenta poderia oferecer, tornando-o um conteúdo
complementar.
Como alternativa, as escolas estão recorrendo
aos materiais didáticos digitais e interativos, que podem ser estudados por
meio de aplicativos em tablets. Dessa forma, é possível ensinar lições teóricas
com infográficos e vídeos que podem ser vistos num clique.
Esse método torna as aulas altamente
sofisticadas e sobretudo dinâmicas. Ou seja, muito mais interessantes para os
jovens. Sem contar que os estudantes não precisam carregar quilos e mais quilos
de livros. Além de reduzir de maneira significativa o peso do material
didático, esse equipamento é uma opção ecológica, porque não utiliza o papel em
sua produção.
No entanto, não só a escola precisa se
renovar. Os professores também devem se modernizar, pois são os responsáveis
pela educação das novas gerações. Infelizmente, estão perdendo a sua relevância
para a web. Isso tem que mudar. É fundamental que eles aprendam a lidar com os novos
aparatos tecnológicos.
É fundamental entender que as novas
ferramentas permitem ao professor poupar não perder tempo escrevendo no quadro
ou tentando desenhar uma célula ou o sistema solar por exemplo. Isso significa
ganho de qualidade também. Elas permitem que as aulas se aprofundem mais no
assunto, abordando mais questões relevantes, respondendo a mais dúvidas e
sugerindo um número maior de exercícios.
As novas tecnologias e a internet devem ser
encaradas como aliadas da educação, que precisa acompanhar e beber na fonte dos
avanços da era digital. Esse é o caminho que vão trilhar as escolas do futuro.
*Diretor-geral do Colégio
Flama
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terça-feira, 10 de março de 2015
Olimpíada Brasileira de Biologia na mídia
Olimpíada Brasileira
de Biologia prorroga inscrições
Com o objetivo de integrar as escolas
e estimular o ensino da disciplina, evento chega a sua 11ª edição em 2015
A
Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB) prorrogou inscrições até o dia 31 de
março. O evento é organizado pela Associação Nacional de Biossegurança (ANBio)
e reúne escolas de todo o país com a missão de estimular e difundir o ensino da
disciplina.
Inicialmente,
deverão se inscrever apenas os professores responsáveis, coordenadores, diretores
e suas respectivas escolas pelo site da OBB (www.anbiojovem.org.br). Após a aplicação da prova da 1ª
fase, que é de responsabilidade do professor credenciado, este deverá lançar as
notas de todos os seus alunos, por meio de login e senha, no próprio sistema do
site. A partir daí, os alunos podem se cadastrar.
Podem
participar da OBB todos os alunos que tenham, até o dia 1º de julho, no máximo,
19 anos de idade, que estejam com o ensino médio em curso ou para aqueles que
completaram o ensino médio, mas ainda não iniciaram o curso de graduação.
Sobre a OBB
A
OBB é realizada em três estágios. A prova da primeira etapa é eliminatória e
constituída por 30 questões de múltipla escolha. Os classificados para a
segunda etapa farão uma prova com 120 perguntas objetivas. A terceira, e última
etapa, contará com uma prova durante o treinamento prático que acontecerá no
Rio de Janeiro e em São Paulo.
Os alunos selecionados na XI OBB participarão da Olimpíada Internacional que, em 2015, será na Dinamarca, e da Olimpíada Ibero-Americana, em El Salvador.
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sexta-feira, 6 de março de 2015
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica na mídia
Olimpíadas
envolvendo astronomia prorrogam inscrições
A
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e a Mostra Brasileira
de Foguetes (MOBFOG) prorrogaram as inscrições até o dia 31 de março. Ambas são
voltadas para os estudantes de ensinos fundamental e médio de escolas públicas
e particulares de todo o país.
Instituições que ainda não participam podem se cadastrar pelo site
(http://www.oba.org.br) ou por meio das fichas enviadas pela
organização.
Os melhores classificados na OBA representarão o país nas olimpíadas
Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica
de 2016. E os participantes dessa edição vão ainda concorrer a vagas nas
Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP) e em Natal (RN).
Nelas, os alunos recebem material didático e assistem a palestras de
especialistas.
Já os estudantes do ensino médio que se destacarem na MOBFOG serão
convidados para a Jornada de Foguetes. Além de palestras com especialistas, nesse
evento, os participantes vão apresentar e lançar seus foguetes diante de uma
comissão julgadora. Os vencedores receberão material didático e um troféu.
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