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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Aproveitem o dia!
Por Rufino Carmona
Tive o imenso e inenarrável
prazer de assistir, do início ao fim, na Globo (terminou às 4h20 da madrugada
de hoje) "Sociedade dos Poetas Mortos", o maior filme de Robin
Williams e o filme que mais marcou a minha vida e que certamente marcou a vida
de muitas pessoas ao redor desse mundo. Para quem não acredita em nada além da
matéria, eu tenho muitos relatos de coisas que transcenderam à carne na minha
própria vida e hoje tive mais uma.
Fui acordado, como que "por
encanto", exatamente no segundo que iria começar o filme na Rede Globo.
Fui dormir por volta de 23h e acordei pouco depois das 2h da madrugada. Liguei
rapidamente a TV, porque sabia que iria passar o filme. Não esperava
assisti-lo, mas, já que acordei, não me custava nada ver em qual parte estava.
E, para minha surpresa, estava começando naquele exato momento. Agradeço a Deus
a possibilidade de tê-lo visto mais uma vez.
É claro que eu poderia buscá-lo
em uma locadora. Mas, como a vida sempre nos leva a fazer mil coisas antes do
que planejamos, certamente também eu não iria nessa locadora pegar o filme é
nunca. Então, quem me acordou naquele momento, quem quer que tenha sido, eu
agradeço do fundo do meu coração, porque é uma história que mexe com os nossos
neurônios e com os nossos sentimentos mais profundos, apesar de se passar
praticamente toda dentro de um colégio interno de meninos.
Uma linda história de amor à arte
desse ator que nos deixou, na última segunda-feira, por livre e espontânea vontade,
vítima que era de um estado de profunda depressão. Logo no iniciozinho de
"Sociedade dos Poetas Mortos", Robin Williams, o capitain, my capitain, modo pelo qual os garotos, seus alunos, o chamavam, mostrou várias
fotos de turmas do passado daquele mesmo colégio, enfatizando, para aquelas
almas ainda tão jovens, a importância de se viver aquele dia como se fosse o
primeiro dia e também como se fosse o último dia. É a primeira vez, no filme,
que é usado o termo em latim "Carpe Diem", que significa aproveite o
dia. Na cena, Robin chega a dizer para os moleques que aqueles garotos das
fotos tão potentes, tão cheios de hormônios, hoje em dia não passam de pó.
Parece que falava para ele próprio. E certamente falava mesmo.
Nesse mesmo filme, uma grande tragédia,
semelhante ao fim trágico de Robin, também se desenrola, mostrando que, muitas
vezes ou quase todas as vezes, a vida imita a arte. Muito obrigado Robin
Williams por ter protagonizado o melhor filme, na minha modesta opinião, de
todos os tempos. Viva a Sociedade dos Poetas Mortos!
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domingo, 14 de agosto de 2011
Feliz Dia dos Pais
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A MercadoCom deseja. . .
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
Fernando Henrique Cardoso
Por Rufino Carmona
Nesses últimos dias, cresceu em mim uma vontade grande de falar sobre Fernando Henrique Cardoso. Mas, antes de qualquer coisa, preciso informar algo que considero muito importante: eu votei em Lula todas as vezes que o ex-operário concorreu à presidência da República. Desde a derrota para Fernando Collor, em 1989, passando pelas derrotas para o próprio Fernando Henrique, em 1994 e em 1998, até suas duas vitórias, em 2002, diante de José Serra e em 2006, diante de Geraldo Alkmim.
Acho importante deixar isso claro para ninguém dizer que eu sou do PSDB ou que esteja em campanha contra o atual governo do PT – por sinal, votei em Dilma Rousseff.
Posto isso, preciso também comemorar os 80 anos desse homem que lutou pela democracia junto com Lula e com tantos que hoje o rejeitam. Eu rio por dentro, mas com certo grau de revolta, quando o acusam de direitista, quando escarnecem de seus oito anos de presidência, enfim, quando não respeitam o significado que teve e que, ainda tem, o grande sociólogo.
O governo de FHC, querendo ou não os petistas, criou as bases para as grandes conquistas da era Lula. Como acusá-lo de privatista? Sim, ele privatizou muitas empresas. E fez muito bem. Lula também faria. O que é a Vale hoje gente? E as empresas de telefonia? Eu não tinha telefone celular. Vim a ter só em 1998.
Considerá-lo neoliberal é também muito engraçado. Fico pensando quem hoje é o quê. O que é ser de direita ou ser de esquerda? Vivemos numa época em que todos esses rótulos caíram e estamos desesperados tentando nomear coisas que ainda não têm nome, porque nem sabemos direito o que são.
Depois da queda do Muro de Berlim, em 1989, tudo o que parecia ser uma coisa foi deixando de parecer ano após ano. E, ainda hoje, em 2011, nada parece com nada anterior à queda do muro.
E Fernando Henrique governou esse país nesse momento em que todos os modelos haviam perdido o sentido e todas as premissas soavam meio falsas. Mas ele teve que governar assim mesmo. Contrariou muitas teses do seu próprio partido – assim como Lula também fez – ao se aliar com o PFL e a ter que fazer um governo de base larga, com gente que representava até os piores quadros da nossa política, como é feito até hoje.
Ele não teve medo de falar: “Esqueçam o que eu disse no passado”. Ele sabia muito bem que ninguém sabia de mais nada àquela altura. Então, do quê valeria seguir teorias pré-queda do muro?
Fiquei mais feliz quando vários políticos adversários, dentre eles, a atual presidenta da República, Dilma Rousseff, lhe homenageou pelos 80 anos. E, cá entre nós, a carta que ela escreveu para ele foi bonita demais, reconfortante. É como se esse governo estivesse fazendo as pazes com o passado. Dizendo, claramente, que, sem aquele passado não seria possível construir o presente de agora.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
Homenagem à pizza
Por Rodrigo Shampoo
Sinto no ar um aroma!
É o forno à lenha que está na ativa
Causando-me uma revolução olfativa
Que desperta minha fome.
O perfume é inebriante,
Embriagante e extasiante.
Existem várias formas de pôr um fim a estes desejos,
Uma delas é devorar a pizza quatro queijos.
Vou ao restaurante Mr. Lenha
E lá está ela,
A tradicional pizza de mozarela.
Uma mistura mágica e insana
São os ingredientes
Que completam a pizza napolitana.
As rodelas de tomate
Dão à redonda muita beleza,
Somente comparada à pizza de calabresa.
A variedade no cardápio
Só piora a incerteza.
Estou de olho grande na pizza portuguesa.
Vou sortear o sabor,
Pois a dúvida me deixa numa sensação aflita.
Como eu amo a pizza Marguerita!
Para finalizar esta poesia
Eu só tenho uma certeza:
Vou comer uma pizza doce como sobremesa!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Grandes campeões
Surpresa arretada: Bahia de Feira de Santana.
Nossos parabéns às equipes campeãs estaduais! No nordeste, destaque para a redenção do Santa Cruz, que faturou o Pernambucano, e para a zebra, Bahia de Feira de Santana, que levantou o caneco na Bahia.
Santa Cruz nos braços da torcida Coral.
Já no Rio Grande do Sul, Inter e Grêmio fizeram uma partida emocionante até o último milésimo de segundo. A decisão foi para os pênaltis e o goleiro Renan se redimiu do frangaço no final de jogo e assegurou mais um troféu na galeria do Gigante da Beira-Rio.
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
Hoje é o dia do jornalista
Por Carlos Pinho
“Podem me prender, podem me bater
Que eu não mudo de opinião”. . .
Zé Ketti
“Podem me prender, podem me bater
Que eu não mudo de opinião”. . .
Zé Ketti
Em homenagem à Líbero Badaró, em 7 de abril comemora-se o dia do Jornalista. Uma vocação. Uma profissão que exige dinamismo, inovação, compromisso com a apuração e com a informação. Credibilidade e liberdade, palavras simples que significam muito.
Credibilidade é essencial ao profissional da área. O quê? Quem? Onde?
Quando? Por que? Como? Perguntas que rondam a cabeça do repórter diante do fato. Notícia não se inventa, apura-se.
A liberdade de expressão é o bem mais precioso e almejado pelo profissional da informação. Mesmo com as dificuldades enfrentadas no Brasil dos dias atuais, o cenário já foi bem pior. Em tempos de ditadura, a dificuldade era imensa e a repressão, intensa. Dentre as vítimas do regime, jornalistas foram presos, torturados e mortos. O caso mais emblemático foi o de Vladimir Herzog, encontrado morto em outubro de 1975. O governo da época alegou suicídio.
Entretanto, os desafios existem. E a tarefa de criticar, informar, difundir idéias, desenvolver o debate e promover a reflexão tem um papel muito importante na sociedade, que cada vez está mais antenado sobre os mais diversos assuntos.
Quem foi Líbero Badaró?
Nascido em 1798, João Batista Líbero Badaró foi político, médico e jornalista. Italiano, chegou ao Brasil aos 28 anos, em 1826. Defensor do liberalismo, fundou o jornal O Observador Constitucional, em 1829. Nele, eram feitas denúncias sobre os desmandos dos governantes da época. Foi morto por inimigos políticos numa emboscada, em 20 de novembro de 1830. Suas últimas palavras, ditas a um estudante de direito que o socorreu, foram:
“Morre um liberal, mas não morre a liberdade”.
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terça-feira, 8 de março de 2011
Tu és divina e graciosa!
Por Rufino Carmona
A terça-feira gorda de Carnaval não tem como ofuscar o brilho, a graça, a coragem e todos os atributos das mulheres, sejam elas brasileiras ou estrangeiras, loiras ou morenas, altas ou pequenas, magras ou não tão magras assim :-). Enfim, nem uma única mulher pode ser esquecida nesse Dia Internacional.
No seu dia, mulher, nós, homens, ficamos meio bobos diante da tua grandeza, da tua beleza. O dom da maternidade, que é só teu, nos torna mero coadjuvantes nesse mundão de Deus em que tu és e sempre serás a atriz principal.
Eu, que sempre escrevo facilmente, estou meio perdido tentando encontrar mais palavras para descrever-te. Mas isso não me torna pior escritor nem te tornas menos resplandescente.
Em nome da MercadoCom, parabenizo todas as mulheres pelo grande dia.
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